Carmen Lúcia marca julgamento de ação que atinge 'senadoreco'

Ação ajuizada pelo partido Rede Sustentabilidade que questiona a situação de uma autoridade no exercício da presidência da República ou na linha sucessória, estar respondendo a ação criminal por crimes comuns.


Quando a ação foi proposta, em maio deste ano, o alvo da Rede era o então presidente da Câmara, Eduardo Campos, na oportunidade réu em ação criminal perante o Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a suspensão do mandato de Cunha, a ação momentaneamente perdeu o interesse, tanto da parte autora, quando do próprio STF.

Entretanto, com a liberação, no início deste mês, para julgamento de uma denúncia contra o ‘coronel alagoano’, pelo ministro Edson Faccin, Renan poderá se tornar réu, caso a denúncia seja aceita, o que é bastante provável.

Assim, se no dia 03 de novembro o STF admitir o entendimento de que réu não pode presidir o Brasil, nem tampouco figurar na linha sucessória, Renan, automaticamente, será afastado da presidência do Senado.

Carmen Lúcia terá vencido o primeiro round e, fatalmente está próxima de nocautear o ‘senadoreco’

da Redação

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