Eleição termina com desastre moral para Reinaldo Azambuja

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, sofreu uma grande lição neste dia 30 de outubro.


Sai do pleito - caso tenha moral - moralmente destruído, de cabeça baixa, abalado, massacrado, execrado pelo método antiquado de fazer política que adotou desde o primeiro dia em que pisou no Parque dos Poderes, na condição de chefe do Poder Executivo estadual.

Azambuja, após vencer o pleito em 2014, virou uma verdadeira versão piorada do ex-governador André Puccinelli, adotando os mesmos métodos e agindo utilizando um ‘modus operandi’ bastante semelhante, desrespeitando as pessoas e imaginando que tudo pode com a força do dinheiro.

E foi na base da grana que tentou eleger a caricata Rose Modesto. Uma mulher ainda novata no meio político, mas marcada por uma trajetória tortuosa, golpista e com sérias acusações de corrupção.

Fizeram o possível e o impossível para vencer a eleição de Campo Grande. Muito dinheiro foi gasto. Inúmeras denúncias de práticas ilícitas e compra de voto. Um verdadeiro horror!

Mas, mesmo assim, foram derrotados de maneira vergonhosa e vexatória.

Com isso, Azambuja pode se preparar para ser o governador de apenas um mandato, graças a uma trajetória que o levou ao poder carreada de falsas promessas e escandalosas mentiras, bem demonstradas pelo prefeito eleito durante a campanha de 2º turno.

Lívia Martins

liviamartins.jornaldacidade@gmail.com

da Redação

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