Em discussão, Azambuja atribui à incompetência, não recondução de Rose para secretaria

A vice-governadora de Mato Grosso do Sul Rose Modesto, se encheu de coragem e foi tirar a satisfação junto ao governador Reinaldo Azambuja. 


A conversa foi áspera, com Rose indagando ao governador o real motivo de sua não recondução para a Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, cargo que ocupou até o seu necessário afastamento, para que pudesse se candidatar a prefeita de Campo Grande.

Diante de sua fragorosa e vexatória derrota no pleito eleitoral, Rose esperava ser reconduzida para o cargo de secretária de estado.

Na realidade, o maior interesse da ex-candidata estaria na questão do ‘foro privilegiado’, condição que não tem como vice-governadora, mas teria como secretária de estado. Investigada, Rose foi protagonista do ‘golpe político’ em Campo Grande e teme que possa vir a sofrer a investida do Poder Judiciário.

No entanto, a revolta do governador prende-se ao fato de que toda a sua turma mais próxima, a tal ‘República de Maracaju', preferia a candidatura do secretário Eduardo Riedel. Azambuja, entretanto, bancou praticamente sozinho o nome de Rose, acreditando e investindo no seu potencial eleitoral.

Na ótica mesquinha do governador, Rose prefeita ficaria sob o seu inteiro domínio, enquanto que Riedel, tido como competente, fatalmente teria voo próprio. Dai a intensa participação e entrega de Azambuja na contenda eleitoral, o que acabou desgastando ruidosamente a sua imagem e prejudicando bastante sua intenção com vistas a uma eventual reeleição.

A conversa foi encerrada em clima tenso e com a decretação de Reinaldo Azambuja de que quer distância de gente incompetente.

Rose é agora uma vice meramente decorativa, sem nenhuma serventia, distante do governador e à disposição da Justiça.

Lívia Martins

liviamartins.jornaldacidade@gmail.com

da Redação

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