Temer optou em abrigar, defender e proteger criminosos e Maia segue o mesmo caminho

Ao assumir a presidência da República após o impeachment de Dilma Rousseff, o peemedebista Michel Temer sabia que teria um prazo curtíssimo para agir e tal ação não comportaria qualquer vestígio de erro. Deveria ser rápido, correto e eficaz, exatamente nos moldes do então presidente Itamar Franco pós-deposição de Fernando Collor de Mello.


Deu-se exatamente o contrário. Para garantir uma suposta governabilidade e a aprovação de algumas medidas no Congresso Nacional, Temer cercou-se pela nata do colarinho-branco em Brasília e, tal qual sua antecessora, decidiu acolher criminosos e ficar escondido atrás das paredes palacianas, absolutamente desconectado dos anseios e demandas do povo brasileiro.

A mesma estratégia equivocada é adotada pelo deputado aliado Rodrigo Maia (DEM/RJ). Ansioso por manter-se na presidência da Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2017, Maia está topando qualquer acordo com os maiores pilantras do Parlamento brasileiro.

A estratégia equivocada — e até criminosa — de Michel Temer e Rodrigo Maia está permitindo outro descalabro de idêntica envergadura: neste momento, é a força-motriz do ressurgimento do PT, inclusive com candidato viável à retomada do Palácio do Planalto.

Em princípio, talvez você duvide desta possibilidade. Mas, basta observar os fatos:

→ Ao contrário do que era divulgado, a Economia brasileira continua descendo a ladeira e 2017 promete ser um ano bem pior que 2016, principalmente para as camadas mais pobres da população. Com os cofres vazios, Temer não consegue encontrar alternativas e isso tem impacto direto na vida das famílias, especialmente nos rincões do país que garantiram quatro vitórias presidenciais sucessivas ao PT;

→ Para salvar políticos da pior espécie, Rodrigo Maia tem demonstrado especial talento para reuniões secretas, na calada da noite, tramando na surdina contra o Brasil, tentando encontrar brechas para destruir a Operação Lava Jato e seus afluentes e manter a corrupção como uma regra no país da impunidade;

→ Ao que tudo indica, o PMDB de Michel Temer tornou-se o alvo da vez da força-tarefa da Lava Jato. Ou seja, a partir de agora teremos os principais aliados do presidente da República estampando as páginas policiais;

→ Não bastasse tudo isso, Temer e Maia decidiram dar apoio geral e irrestrito ao ministro baiano Geddel Vieira Lima no caso do tráfico de influência junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Ministério da Cultura. Com o pedido de abertura de investigação encaminhado pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal, Geddel leva a crise e o crime para dentro do gabinete da Presidência da República.

Noutras palavras, ou o povo brasileiro reage e derruba Michel Temer agora, ou corremos o sério risco de assistir à ascensão do PT e de sua tropa de cupins.

Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come!
#ForaTemer #ForaRodrigoMaia #ForaPMDB #ForaPT


Helder Caldeira

da Redação

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