Caso Adriano: A vilã foi a delegada?

Se a delegada Daniela Kades não foi a ‘vilã’, no mínimo foi extremamente inábil e pouco inteligente.


Em suas atitudes, uma notória demonstração de protecionismo ao criminoso, um inaceitável ‘corporativismo’.

Aliás, uma nefasta tentativa de transformar a vítima em culpado, quando todas as evidências apontavam para um crime covarde e por motivo fútil.

A ‘doutora’ Kades, alheia ao óbvio, em meio a consternação da sociedade, mas se sentindo a própria dona da verdade, declarou que inclusive a tese da ‘legítima defesa’ iria ser investigada.

A delegada virou advogada. Não deveria ter feito concurso público, fosse então advogar, assim poderia livremente criar e defender teses esdrúxulas.

Nas redes sociais, um comentário do conhecido radialista Sérgio Cruz

dá conta que o juiz José de Andrade Neto teria sido induzido ao erro pela diligente delegada, no sentido de colocar o homicida em liberdade, um dia após o traumatizante crime.

Parece ser verdade. Tanto é que logo após tomar conhecimento dos fatos em sua plenitude, o mesmo juiz mandou novamente prender o policial rodoviário federal.

É um caso para ser analisado pelo Corregedoria da Polícia Civil.

Por oportuno, vale salientar que o pai desta mesma delegada, já foi exonerado de um cargo concursado por atitudes inadequadas ao serviço público.

Será que o problema é genético?

Lívia Martins

liviamartins.jornaldacidade@gmail.com

da Redação

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