MST "inaugura" o "Abril Vermelho"

05/04/2023 às 13:21 Ler na área do assinante

O Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) já fez a sua primeira vítima desse "Abril Vermelho". Aproximadamente, 250 pessoas do grupo invadiram três propriedades privadas em Pernambuco, na madrugada de segunda-feira (3).

Juntas, as propriedades equivalem a uma área de 800 hectares, chamadas Terras do Engenho, na cidade de Timbaúba, distante 100 quilômetros de Recife.

Os posseiros alegam que as áreas são "improdutivas", não cumprem "a função social, que é produzir alimentos para a sociedade" e que, supostamente, são resultado de grilagem. 

- O imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária - diz, em nota, o MST.

Nesta terça-feira (4), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, criticou as invasões do MST e da FNL, disse que eram desnecessárias porque o governo está de "portas abertas" para debater a reforma agrária e reafirmou que os agricultores precisam estar armados para defender suas famílias e propriedades.

- É legítimo o homem do campo ter uma ou duas armas lá para fazer a primeira defesa, um pouco de munição. Porque, lógico, ele está a 50, 100 quilômetros da cidade. Se ele ligar 190 (número da polícia), dá tempo do bandido barbarizar, fazer o que quiser dentro da propriedade, roubar, bater, espancar e não chegou a polícia ainda - destacou.

Para enfrentar os invasores, 800 fazendeiros da Bahia, distribuídos em 130 municípios e sete núcleos de cidades ( Itabuna, Ipaú, Itapetinga, Eunápolis, Santo Antonio de Jesus e Vale do Jiquiriçá) se reuniram em "células" para impedir as invasões no estado.

- Faremos vigília. No governo passado (de Jair Bolsonaro), eles (MST) pararam porque o governo não deixava. Então, estamos nos organizando e esse movimento está ganhando corpo e dimensão nunca antes vista. É uma bomba pronta para explodir porque pode haver conflito na hora de retirar os invasores - avisam os organizadores do grupo.

E acrescentam:

- A gente aposta na pressão. Se eles entraram na fazenda com 100 (pessoas), nós apertamos o botão do grupo e vamos para lá com 1.000 pessoas - explica.

É lamentável que esse terrorismo esteja novamente acontecendo no Brasil.

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