Consequências de um encontro ‘fora de agenda’ entre Gilmar e Michel

Para justificar o jantar-camarada do último domingo (22) com Michel Temer no Palácio do Jaburu, o ministro Gilmar Mendes alegou ser uma ‘conversa de rotina’ com quem tem ‘relações de companheirismo há mais de 30 anos’. Sei... 


Ok. Em sendo assim e desde já, Gilmar Mendes deveria se declarar impedido de julgar no Supremo Tribunal Federal (STF) ações que envolvam Temer na Operação Lava-Jato e de participar do sorteio para escolha do novo relator que substituirá Teori Zavascki.

Também deveria se abster de votar nos processos contra a chapa Dilma-Temer que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral.

É o mais justo, adequado e legítimo.

O contrário é pilantragem.

Helder Caldeira

da Redação

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