PSDB e PMDB, abraço de afogados para salvar o mandato de Aécio

Os caciques do PSDB decidiram o futuro da legenda: um nauseabundo abraço de afogados ao encrencado Governo Michel Temer, desconsiderando integralmente as recomendações feitas pela ala mais jovem do partido.


Como exibiu nesta segunda-feira (12) o Jornal Nacional, da Rede Globo, a estratégia do tucanato é manter a aliança com o PMDB para tentar salvar o mandato — e o foro privilegiado — do senador afastado Aécio Neves, reforçar a trincheira da ofensiva em curso contra a Operação Lava Jato e conseguir um prometido apoio nas Eleições de 2018.

Nem João Dória escapou da foto... e do vexame.



[Assista à matéria do JN (veja aqui). 

Não há constrangimentos nesta decisão...

Repete-se a estratégia beócia utilizada em 2005, no auge do escândalo do mensalão, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso capitaneou a decisão de ‘deixar Lula sangrando para vencê-lo em 2006’.

Não só Geraldo Alckmin tomou uma sova naquelas eleições presidenciais como, no pleito seguinte, Dilma Rousseff derrubou José Serra nas urnas.

Fica claro, portanto, que colarinho de cacique não aprende nada com as esfregas que sofre.

Segue o enterro... 

Helder Caldeira

da Redação

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