Respeitar é o primeiro passo para sermos respeitado

Aprendi desde criança esse ensinamento. Respeitar para ser respeitado.

A  "21ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo aconteceu no último domingo (18) em São Paulo. No total, 19 trios elétricos desfilaram em trajeto que começou na Avenida Paulista e desceu a Rua da Consolação, chegando ao Vale do Anhangabaú", noticiou um blog esta semana.

Cenas das mais bizarras aconteceram neste evento: queimou-se a Bíblia (queria ver queimarem um Alcorão), sodomizaram-se utilizando um crucifixo, fantasiaram-se de Jesus Cristo semi-nú, praticaram atos libidinosos dos mais diversos tipos, em plena luz do dia, em frente de crianças e de idosos.

O que queriam provar esses manifestantes?

Religião à parte, respeito à moral e aos bons costumes são regras básicas  que deveriam ser seguidas por todo cidadão honesto, independente de sua escolha e preferência sexual.

Crianças estavam naquele evento, idosos também, que direito tem essas pessoas de desrespeita-los?

Não acredito que este seja o melhor caminho para quem quer conquistar o respeito de uma sociedade.

A ditadura do politicamente correto não pode nos impedir de dizer que está faltando autoridades com "saco roxo" em todos os setores da sociedade.

Religiosos, políticos, juízes, repórteres, psicólogos se calam frente a atos tão desrespeitosos e indignos.

É desta forma que casais de homossexuais querem adquirir o respeito de toda a sociedade?

Por que a comunidade LGBT goza de imunidade para praticar essas atitudes em suas manifestações, se até nos desfiles de carnaval o mínimo de bom senso é seguido?

A opção sexual é uma escolha individual que deve ser respeitada por toda a sociedade, porém, a sociedade também tem o dever e o direito de exigir que todo e qualquer indivíduo, independente de sua escolha sexual, cumpra e respeite as normas e as leis às quais TODOS, repito, TODOS, estamos submetidos.

Chega de hipocrisia.

Alguém precisa dar um basta neste desrespeito.

Imaginem, se criássemos o dia do Orgulho Heterossexual, e neste dia, resolvêssemos praticar diversos atos libidinosos, na frente de várias  crianças e idosos, em plena luz do dia.

Será que a imprensa, a Igreja, os direitos humanos, as entidades que protegem as crianças e os nossos juízes e promotores  ficariam calados e inertes ?

Fica a pergunta e o protesto.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira


O autor é médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

da Redação

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