Como seria o Rio perfeito idealizado pela Globo?

Um grande circo dos horrores com toda certeza. Plumas, paetês, cheiro de sexo no ar, fumaça de maconha e de pólvora contaminando a atmosfera das belas praias cariocas.


Uma sociedade igualitária onde o mérito e o esforço seriam substituídos pelo vitimismo imposto pelas cotas sociais distribuídas segundo a cor da pele, pela etnia e/ou pela preferência sexual.

Uma cidade sem violência onde o assaltante, a prostituta, o traficante e o pederasta poderiam atuar livremente sem serem molestados e/ou reprimidos pelas nossas Polícia Militar, Federal ou por nossas FFAA.

Uma sistema socialista onde todos seríamos quase iguais, provavelmente divididos em 4 classes sociais: a dos políticos responsáveis por manter o belo sistema semelhante ao venezuelano, a do exército vermelho que imporia a ordem na base do porrete, a dos artistas encarregados de divertir e de hipnotizar o povo e a dos cidadãos responsáveis por manter todo o esquema funcionando.

Religião? Pra que religião? Se não pudermos ser um estado Laico, devemos escolher uma que destrua e combata todos os valores judaico-cristãos que atrapalham o nosso ambicioso projeto.

Não podemos esquecer de uma escola moderna, que desde cedo enfie na cabeça de nossos jovens tudo aquilo que acreditamos e que seja fundamental para o sucesso de nosso empreendimento:

Ideologia de gênero, sexualização precoce de nossas crianças, estímulo ao homossexualismo, desvalorização de tudo o que é tradicional, moral e ético, liberalização das drogas, distorção de fatos históricos para fortalecer o nosso movimento.

Pronto, está aí exposto os elementos necessários para criarmos uma sociedade perfeita segundo a REDE Globo de televisão.

Quer encarar?

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesista, formado pela Universidade Federal do Espírito Santo, professor do curso de medicina do ITPAC TO, preceptor de residência médica de anestesia MEC/ITPAC

da Redação

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