O homem que ia acabar com a corrupção na Petrobras era um devasso por propina

Aldemir Bendine foi escolhido pela presidente Dilma Rousseff supostamente para reerguer a Petrobras. Esta, pelo menos, foi a satisfação dada ao povo.


Na avaliação da cúpula petista era o homem certo, no lugar certo e na hora certa.

Bendine, na realidade, foi mais uma enganação da era PT. Sua função na Petrobras era qualificar a roubalheira.

Inveterado propineiro e fissurado por cifrões, os petistas imaginaram que o notabilíssimo funcionário de carreira do Banco do Brasil, teria condições de continuar promovendo a distribuição de propina, driblando a Operação Lava Jato, já em pleno andamento.

Subestimaram a força tarefa e superestimaram Bendine.

Tão logo assumiu a presidência da empresa, Bendine deu início aos achaques, com descomunal voracidade, mas deixou rastros.

Perdeu!

Otto Dantas

otto@jornaldacidadeonline.com.br

da Redação

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