Porque Bolsonaro e Jean Willys votaram ‘Não’ ontem na Câmara dos Deputados?

O presidente Michel Temer (PMDB) conseguiu desarmar a bomba implantada dentro do Palácio do Planalto por Janot, Joesley e Lula.


Nem a campanha implementada pelas organizações Globo, revista Veja, Folha de S. Paulo e outros meios de comunicação interessados no retorno da esquerda ao poder, foi capaz de retirar o Excelentíssimo Presidente da República de seu posto.

Político astuto, ele utilizou com habilidade as ferramentas do poder à seu favor: verbas públicas e cargos foram as moedas de troca utilizados para comprar apoio e permanecer no cargo.

Superou com tranquilidade os 171 votos necessários para arquivar a denúncia. O placar final foi esmagador: 264 a favor do arquivamento, 227 contra, 19 faltas e 2 abstenções.

A votação no plenário da Câmara foi um espetáculo de dar náuseas em ampola de ‘Plasil’. A falta de preparo de nossos parlamentares só não é maior que a sua estupidez e ganância, salvo raras e honrosas exceções.

Ver parlamentares do PT, PSOL, PC do B, PDT e outros partidos que sonham com o dia em que nos transformaremos em uma nova Venezuela, pedir a saída de Temer devido à acusação de corrupção, e, logo após, repetir o mantra ‘volta molusco’, a biologia que me desculpe o erro de classificação, é no mínimo hilário, para não dizer ofensivo aos que ainda tem coragem de defender esse verme e sua quadrilha.

Um dos poucos que puderam votar com tranquilidade e coerência aos seus princípios éticos e ideológicos, foi, com certeza, o Deputado Federal Jair Bolsonaro.

Já com a derrota da esquerda garantida, visto que o ‘Golpe das Diretas Já e o Volta Molusco’ já tinham ido por água à baixo com a recusa da autorização do processo de investigação, pôde votar com tranquilidade. 

Ver os deputados Benedita da Silva, Jandira Feghali, o Cuspidor Histérico, Paulo Pimenta e outros parlamentares defensores do ditador sanguinário Nicolas Maduro da Venezuela, gritarem e vociferarem que o impeachment da presidente foi um golpe e exigirem democracia é outra brincadeira de mal gosto que gostaria de utilizar para fechar a minha reflexão.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

da Redação

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