Jacob estava com delação fechada, dai a pressa e a necessidade de soltá-lo

Distribuidor contumaz de propinas para políticos e, segundo dizem, para alguns membros do Judiciário, o empresário Jacob Barata Filho tinha fechado no mês passado um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.


Fatalmente ele iria entregar muita gente graúda. Incontáveis deputados, senadores, chefes de executivos e juízes.

Tornou-se imperiosa a sua soltura para por um freio nas negociações realizadas.

Solto, Jacob certamente não irá delatar.

O seu primeiro habeas corpus foi proposto num dia e julgado logo no dia seguinte.

O segundo foi julgado no mesmo dia em que foi protocolado.

da Redação

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