Liberação de bens de Marisa não tem qualquer relação com a extinção da punibilidade

Esse advogados que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são desprezíveis do ponto de vista jurídico. Utilizam a Justiça para a chicanagem, a maledicência e a politicagem.


A dupla dinâmica e patética, Cristiano Zanin e Roberto Teixeira, acaba de ingressar com uma petição junto ao juiz Sérgio Moro, requerendo o desbloqueio dos bens de dona Marisa Letícia.

A alegação dos espertalhões é de que foi extinta a punibilidade da ex-primeira dama, logo, no raciocínio desonesto dos causídicos de araque, metade das coisas que pertencem ao ex-presidente também eram de propriedade da primeira-dama. Com a morte de Marisa Letícia, essa parte deveria ser imediatamente separada para ser entregue aos cinco filhos dela.

Os advogados, atrevidos, também pediram a Moro para liberar valores depositados em poupanças e previdências privadas.

A extinção da punibilidade de Marisa em função do falecimento, não dá lastro aos bens que porventura tenham sido adquiridos de maneira ilícita.


A petição dos advogados é tão somente mais uma chicana com o objetivo de conturbar o processo e dar margem ao choro de lamentações nos discursos de Lula e na retórica do PT.

A morte não santificou Marisa. 

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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