Advogados de Lula perdem a sanidade e o respeito e acusam MPF de uso de documento falso

Faltando poucos dias para o réu Luiz Inácio Lula da Silva prestar um novo depoimento na ‘República de Curitiba’, os advogados que atuam em sua defesa resolveram lançar mão de uma arma absolutamente aética, a infâmia.


Cristiano Zanin e Roberto Teixeira acusam o Ministério Público Federal e a Construtora Odebrecht de terem utilizado documentos falsos.

O material a que a dupla se refere trata-se de uma série de planilhas demonstrando o pagamento de propina para compra da nova sede do Instituto Lula, em São Paulo. 

Na insana alegação da dupla de advogados petistas eles questionam o MPF por ter oferecido ‘uma denúncia criminal com base no funcionamento de um setor de pagamentos não contabilizados, cujas transações estariam todas registradas em um sistema de informática (...)’.

Ao que parece, Zanin e Teixeira queriam que a propina estivesse ‘contabilizada’.

Na sequência, a dupla ainda esbraveja: ‘A garantia da paridade de armas parece ter sido definitivamente jogada às favas!’.

O juiz Sérgio Moro despachou e deu cinco dias de prazo para o MPF se manifestar. A resposta fatalmente será fulminante.

Os procuradores também estudam a adoção de outras medidas contra os advogados, que na visão do MPF, empobrecem o debate e desqualificam a advocacia.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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