Lula esclarece tudo: ele mal conhecia o seu confidente Palocci

Todos sabem que após a saída de José Dirceu do primeiro governo de Lula, Antonio Palocci tornou-se a pessoa mais próxima do ex-presidente, um verdadeiro ‘confidente’.

Daí, todo o sentido para a narrativa de que logo após a reunião com Emílio Odebrecht, que selou o propalado ‘pacto de sangue’, Lula tenha chamado Palocci e esmiuçado toda a conversa.

A negativa hoje e a declaração do ex-presidente de que raramente se encontrava com Palocci é infame, afirmação desmentida pela própria agenda oficial do então presidente da República, sem contar os constantes encontros ‘fora de agenda’.

A mentira é deslavada e demonstra que Lula ao rotular Palocci como ‘calculista, frio e dissimulado’, traça o seu próprio perfil.

A sentença neste processo é de fato mais uma sentença anunciada.

Ora, toda sentença, quando as provas são coerentes com a denúncia, é anunciada (previsível).

No próprio interrogatório, Lula se negou a responder várias perguntas.

E caberia a Lula, caso fosse inocente, no seu interrogatório, enfrentar todas as perguntas e explicar os fatos.

Se não explica, está anunciado que será novamente condenado...

E isso não é perseguição, mas estado democrático de direito...

Aliás, neste caso das propinas da Odebrecht, provavelmente o próximo a ser julgado pelo juiz Sérgio Moro, os dados do sistema Drousys, que estavam armazenados num servidor da Suécia, permitiram rastrear os repasses do departamento de propinas da Odebrecht para a compra do prédio do Instituto Lula.

É mais uma condenação, também anunciada, que garante que Lula está morto, politicamente e juridicamente.

da Redação

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