A irretocável estréia de Donald Trump frente às Nações Unidas

Após 8 anos de discursos vazios sob a liderança de Barak Obama, Donald Trump começa a restaurar a importância e o papel americanos no cenário internacional. Em um pronunciamento lúcido, Trump enfatizou o que muita gente parece ter esquecido em meio à confusão promovida pelos grandes veículos de mídia e as agendas globalistas multiculturais: a função primordial do governo é defender os interesses dos seus cidadãos e prestar contas a eles, e não ser uma um imbróglio burocrático destinado à extorsão dos seus cidadãos para o financiamento de sabe-se lá que vigarice globalista os detentores do poder estejam defendendo no momento.

O discurso pode ter sido um choque para muitos dos acostumados com o tom eufemístico das mídias tradicionais. Trump não hesitou em dar nome aos bois e usar as palavras que os jornais militantes não ousam usar para designar ditadores e assassinos. Em meio à crise causada pela hostilidade do  lunático comunista norte-coreano, Trump comemorou as novas sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança.

“O depravado regime da Coréia do Norte é responsável pela morte de milhões por inanição e pelo aprisionamento, tortura, assassinato e repressão de incontáveis mais. [..] Como se isso não fosse pervertido o suficiente, agora, a busca inconsequente da Coréia do Norte por armas nucleares e mísseis balísticos ameaça o mundo inteiro com perdas inimagináveis de vidas humanas. [...] Nenhuma nação no mundo tem interesse em ver esse bando de criminosos armando-se com arsenal nuclear e mísseis. Os Estados Unidos têm grandes força e paciência, mas se for obrigado a se defender ou a seus aliados, não teremos escolha a não ser destruir a Coréia do Norte por completo.”
Trump ainda agradeceu à China e à Rússia pelos votos a favor de sanções mais severas à ditadura norte-coreana, na esperança de sufocar o comportamento hostil de Kim Jong-un.

Trump também não mediu palavras contra o regime iraniano, e afirmou:

“Já passou muito da hora das Nações Unidas confrontarem esse regime inconsequente. Um regime que defende abertamente genocídios, banhos de sangue, promete morte à América, destruição para Israel e ruína para vários líderes e nações nesta sala. O governo iraniano esconde uma ditadura corrupta por trás de um disfarce democrático. Transformou um país rico com ricas história e cultura em um estado economicamente esgotado cujo principais produtos de exportação são violência, derramamentos de sangue e caos. E a vítima de mais longa data do regime é seu próprio povo. [...] Nós não podemos deixar um regime assassino continuar suas atividades de desestabilização, construindo mísseis perigosos, e nós não podemos respeitar um acordo se ele servir de disfarce para o financiamento de um programa nuclear. É hora do mundo se juntar a nós e exigir o fim da perseguição da morte e destruição pelo Irã, o fim do seu financiamento ao terrorismo e o respeito da soberania de seus vizinhos.”
A derrocada socialista da Venezuela não ficou de fora.
“O regime socialista de Maduro, na Venezuela, levou um país antes próspero à quebra e ao colapso totais. A ditadura socialista de Nicolás Maduro inflige terrível dor e sofrimento às boas pessoas daquele país. Esse regime corrupto destruiu uma nação próspera impondo uma ideologia falida que só produziu pobreza e miséria em todo o lugar em que foi testada. [...] O povo venezuelano está passando fome o o seu país está colapsando. Suas instituições democráticas estão sendo destruídas. Essa situação é inaceitável e nós não podemos ficar parados assistindo."
Além das questões mais “tradicionais”, Trump realmente colocou a própria ONU na saia justa e demandou reformas na instituição.
“Frequentemente o foco dessa organização não tem sido resultados, mas burocracia e processos.”
“É uma fonte massiva de vergonha que governos com históricos absurdos de violações dos direitos humanos tenham assentos no Conselho de Direitos Humanos da ONU.”
O impacto prático de seu discurso pode ser irrelevante no momento, afinal, todos sabem que o discurso na ONU não passa de um teatrinho com o único objetivo de moldar a opinião pública. Mas exatamente por isso é que no longo prazo esse pode ser o início de um movimento por diferentes exigências e uma completa mudança nas políticas defendidas pela organização.

Matheus Dal'Pizzol

Palpites sobre o oblívio das virtudes

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