O movimento pedófilo é internacional

Ler na área do assinante

Siga o Jornal da Cidade Online no Google

Acompanhe as principais notícias do momento direto nos resultados de busca.

Adicionar

Todos os atos da esquerda são calculados. Suas técnicas de persuasão são criadas em laboratórios por engenheiros sociais e submetida a análises de pessoas estudiosas de programação neurolinguistica para só depois serem divulgados na academia e após muita discursão serem levados às massas de maneira milimetricamente calculada.

O movimento pedófilo internacional, como um braço do projeto globalista de desconstrução do Ocidente cristão, está avançando a passos largos, o que me faz crer que a grande pauta da esquerda para a próxima década será a legalização da pedofilia e a perseguição daqueles que se opõem como fascistas e preconceituosos.

Reparem em cada passo dado a nível de Brasil para legalizar a pedofilia e em como a pauta já está avançando.

1- Nos anos 70 a nossa esquerda universitária passou a importar textos de filósofos, antropólogos e polemistas estrangeiros que defendem a pedofilia e aplicá-los em projetos de pesquisas e aplicá-los em discussões acadêmicas.

2- Enquanto a aceitação acadêmica da pedofilia ia aumentando, os condutores das massas começaram a implementar a sexualização precoce nos meios de comunicação, através de músicas pornográficas voltadas para adolescentes e crianças e a exibição de crianças seminuas simulando atos sexuais em programas de calouros como o Raul Gil.

3- Após discutida a pedofilia nas ciências humanas e sociais, juristas começaram a lutar para diminuir e relativizar a idade de concenso para o sexo entre menores e maiores de idade. Tribunais superiores produziram súmulas e orientações jurisprudenciais relativizando a pena para o sexo consensual feito com alguém abaixo da idade permitida em lei.

4- Exposições artísticas estão sendo feitas com dinheiro público com o objetivo de chocar as pessoas e gerar uma discussão sobre a pedofilia. A medida que essas exposições forem se intensificando as pessoas tenderão a deixar de se chocar com imagens de crianças envolvidas com atos sexuais, devido ao bombardeamento midiático feito sobre o assunto.

5- O pedófilo está deixando de ter sua imagem associada a de um criminoso e passando a ser visto como um doente. O objetivo disso é gerar compaixão em torno dele e gerar apoio ao indivíduo que transa com crianças.

6- Ativistas universitários já estão tratando, com apoio da ONU e de Ongs internacionais de direitos sexuais e reprodutivos das crianças.

Os próximos passos serão:

7- As crianças, extremamente sexualizadas devido ao trabalho da mídia e das escolas, serão vistas como detentoras de direitos sexuais e o conceito de consentimento será redescutido juridicamente como um direito natural da criança ao sexo.

8- A ideia do pedófilo como um doente será aos poucos deixada de lado e acusada de preconceituosa. A atração por crianças passará a ser vista como uma orientação sexual normal que deve ser respeitada.

9- O movimento LGBT abraçará a pauta da pedofilia como um direito humano. A mídia passará a mostrar de maneira romântica o envolvimento de crianças com adultos e surgirão movimentos financiados de fora em prol do direito humano ao sexo intergeracional.

10- Será feito o possível para descriminalizar a pedofilia e silenciar como propagadores de preconceitos e crimes de ódio todos aqueles que forem contrários. Haverá uma luta para que pais percam o direito a preservar a inocência e a intimidade de seus filhos. A esquerda fará de tudo para massacrar o pátrio poder, usando do estado para tomar crianças de pais que não achem certo o sexo entre crianças e adultos.

Reparem nas estratégias da esquerda em relação às drogas e ao aborto e notem a semelhança do trabalho feito em etapas que muitas vezes se coincidem. Notem que estamos no meio do caminho para a legalização da pedofilia, uma vez que na mídia e na academia já existe uma maioria a favor da pauta, que usa de subterfúgios para defender atos pedófilos, como o cometido no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

(Texto de Caio Bellote Delgado Marczuk)

da Redação Ler comentários e comentar