Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

Urna eletrônica brasileira: desatualizada e suspeita

É muito suspeito o esforço implementado pelos integrantes atuais do poder público, para continuar a utilização deste modelo defasado de urna eletrônica, rejeitado em mais de 50 países.

De nada adianta lutarmos por nossa democracia, se na hora de votarmos para escolher os nossos representantes, não tivermos a absoluta certeza que o nosso voto foi realmente computado para o candidato que escolhemos.

Só este detalhe já seria motivo suficiente para rejeitarmos este modelo arcaico e suspeito de urna eletrônica, já que existe gerações mais modernas, seguras e confiáveis mundo afora.

É um absurdo. Ao digitarmos o número de nosso candidato, apesar de aparecer sua fotografia no display da urna eletrônica, ao confirmá-lo, não temos a possibilidade de saber se o voto foi realmente computado para o nosso candidato.

Outro detalhe importante, especialistas denunciam o grave fato destas urnas serem inalditáveis.

Reportagens e vídeos de especialistas denunciando estes e outros fatos, abundam nas redes sociais.

Um país onde as instituições públicas e seus representantes maiores estão atoladas em denúncias de corrupção, não pode agir tão ingenuamente.

A reeleição será a última chance de muitos políticos desonestos fugir das garras da verdadeira justiça brasileira. O Foro Privilegiado e a morosidade do STF serão a sua última salvação.

Como disse o mais sanguinário comunista russo:

"Quem vota e como vota não conta nada; quem conta os votos é que realmente importa." Joseph Stalin

Obs.: existe uma petição pública nas redes sociais a favor do voto eletrônico impresso: vote a favor e ajude a democracia de nosso país.

Petição Pública (CLIQUE AQUI)

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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