Gilmar usa suicídio de reitor para atacar instituições

Segundo o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) e o Ministério da Justiça devem atuar no caso da morte do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier Olivo.

Cancellier se suicidou em Florianópolis dias depois de ser preso temporariamente e liberado. A prisão havia sido decretada porque ele teria tentado barrar apurações da Polícia Federal sobre suposta fraude na oferta de cursos de educação à distância.

O caso virou notícia nacional e causou grande comoção. Também colocou sob pressão o Ministério Público, a Justiça e a Polícia Federal. Há quem acuse as instituições de serem responsáveis pela morte do reitor.

Gilmar Mendes afirma que “o falecimento de Cancellier, reitor da UFSC, serve de alerta sobre as consequências de eventual abuso de poder por parte das autoridades.” As declarações foram publicadas pelo ministro em seu perfil no Twitter.



Ele ainda diz: “Não estou antecipando responsabilização, mas o caso demonstra que, algumas vezes, sanções vexatórias são impostas sem investigações concluídas. O sistema de Justiça precisa de extremo cuidado para que excessos não sejam cometidos. Estamos lidando com a vida e a dignidade das pessoas.”






Fonte: Poder 360

da Redação

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