
Maduro treme nas bases, pede arrego na ONU, mas não vai adiantar
29/08/2025 às 17:08 Ler na área do assinante
Acabou a valentia do tirano.
O ditador Nicolás Maduro está implorando para que a ONU (Organização das Nações Unidas) impeça os EUA de seguirem com o envio de navios de guerra à costa do Caribe, categorizando a medida como "gravíssima ameaça"
Em uma carta enviada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e publicada nas redes sociais pela chancelaria venezuelana, o tirano expressa preocupação com uma "escalada de agressões do governo dos EUA".
Segundo Maduro, a situação chegou a um nível de ameaças "sem precedentes", arriscando a paz e segurança da América Latina.
"A humanidade e esta Organização não podem permitir que, em pleno século XXI, ressurjam políticas de força que ponham em risco a paz e a segurança internacionais", disse.
As tensões entre Washington e Caracas se intensificaram nos últimos dias em meio a grande mobilização naval dos EUA no sul do Caribe e águas próximas. O deslocamento é significativamente maior que outras operações habituais na região.
Segundo autoridades americanas, a medida tem como objetivo enfrentar ameaças de cartéis de drogas latino-americanos.
O presidente americano, Donald Trump, fez do combate aos cartéis de drogas um tema central da sua administração como parte dos esforços para proteger a fronteira dos EUA.
Ainda não está claro qual será exatamente a missão dessas embarcações, mas o governo Trump disse que agora pode usar os militares para perseguir cartéis de drogas e grupos criminosos, e ordenou ao Pentágono que prepare opções.
Veja a carta na íntegra de Maduro:
“Caracas, 27 de agosto de 2025
Dirijo-me a Vossa Excelência para expressar a mais profunda preocupação da República Bolivariana da Venezuela perante a escalada de agressões do Governo dos Estados Unidos da América contra o nosso país, as quais alcançaram nos últimos dias um nível de ameaça sem precedentes para a paz e a segurança da América Latina e do Caribe.
Há anos que a Venezuela tem sido alvo de uma política sistemática de assédio por parte dos Estados Unidos, caracterizada por medidas coercivas unilaterais, campanhas de descrédito, desconsideração da legitimidade das suas autoridades constitucionais e utilização de mecanismos de lawfare para criminalizar instituições e líderes legítimos.
Esta ofensiva política e jurídica tem sido acompanhada por uma retórica incendiária e por ameaças de uso da força que, de forma constante, procuram justificar uma intervenção estrangeira no nosso país.
Hoje, essa agressão escalou para um plano mais perigoso: o desdobramento militar no Caribe de forças navais e aéreas americanas, incluindo destroyers e um cruzador lança-mísseis, assim como a presença de um submarino nuclear de ataque rápido. Trata-se da primeira ocasião em que um ativo desta natureza é introduzido na nossa região, o que constitui uma gravíssima ameaça para a estabilidade hemisférica.
Excelência, estas ações configuram uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, em particular dos artigos 2.1 (igualdade soberana dos Estados), 2.3 (solução pacífica de controvérsias), 2.4 (proibição da ameaça ou uso da força) e 2.7 (não intervenção nos assuntos internos). Ao mesmo tempo, contrariam a letra e o espírito do Tratado de Tlatelolco, instrumento fundamental que estabelece a desnuclearização da América Latina e do Caribe, e cujos Protocolos I e II também obrigam os Estados Unidos. Além disso, desconhecem a Proclama da CELAC de 2014, que declarou a nossa região como uma Zona de Paz.
A humanidade e esta Organização não podem permitir que, em pleno século XXI, ressurjam políticas de força que ponham em risco a paz e a segurança internacionais. A Venezuela reitera o seu compromisso com o direito internacional, a solução pacífica das controvérsias e o respeito pela soberania dos povos.
Nesse sentido, solicito que Vossa Excelência, no âmbito das competências que a Carta das Nações Unidas lhe confere, assuma a defesa ativa dos seus valores e princípios fundamentais, instando o Governo dos Estados Unidos da América a pôr fim a estas ações hostis e a respeitar plenamente a soberania, a integridade territorial e a independência política da República Bolivariana da Venezuela.
Reitero a Vossa Excelência as seguranças da minha mais alta estima e consideração.”
Agora é tarde. Os Estados Unidos dobraram a recompensa por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro. Não vai ter retorno.
O desespero é geral!
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