General tenta a última "cartada" antes do julgamento

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Faltando poucos dias para o início do julgamento do núcleo central da suposta trama golpista, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de revogação da prisão do general Walter Souza Braga Netto. A defesa do ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice-presidente ao lado de Jair Bolsonaro (PL) insiste que não há fundamentos jurídicos para mantê-lo em regime fechado.

Em despacho assinado na quinta-feira (28/8), Moraes concedeu prazo de cinco dias para que a PGR se posicione oficialmente sobre a solicitação. Os advogados de Braga Netto afirmam que “não há absolutamente nenhuma razão idônea que embase um tratamento diverso ao general Braga Netto, evidenciando que a manutenção de uma medida cautelar mais severa a ele – a mais severa de todas – é inadmissível”.

Essa é a terceira tentativa da defesa de reverter a prisão do general. As duas anteriores foram negadas tanto pela própria PGR quanto por Moraes. Braga Netto está preso desde dezembro de 2024, após decisão do ministro, que o acusou de tentar interferir na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. 

Além disso, segundo as investigações, o general teria atuado como um dos articuladores do suposto plano que buscava impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto isso, o julgamento do “núcleo crucial” da suposta trama já tem calendário definido. O presidente da Primeira Turma do STF, ministro Cristiano Zanin, convocou sessões extraordinárias para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro, no período da manhã, além de uma sessão especial no dia 12 à tarde. Estão mantidas ainda sessões ordinárias nos dias 2 e 9, entre 14h e 19h.

Sob o comando do ministro Alexandre de Moraes, o julgamento parece já ter um resultado pronto. Triste e chocante realidade!

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da Redação