Ministro para se livrar de “Maria da Penha” diz que mulher bebeu, está doente e escorregou na banheira

11/10/2017 às 11:31 Ler na área do assinante

Recentemente a senhora Élida Souza Matos, esposa do ministro Admar Gonzaga do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) compareceu a uma delegacia de polícia em Brasília (DF) onde fez um Boletim de Ocorrência, alegando ter sido espancada pelo marido.

Na ocasião, Élida apresentava uma enorme lesão na região da visão.

Mais tarde, arrependida, Élida se retratou e passou a negar que tivesse sofrido qualquer tipo de violência.

Entretanto, como a lei Maria da Penha não permite o arquivamento do inquérito, o caso prosseguiu.

Sem dúvida, notável inteligência da lei, pois é comum nesses casos a mulher, pressionada, mudar a versão, conforme parece ter ocorrido no caso da esposa do ministro.

Assim, Admar Gonzaga, por ser detentor de foro privilegiado, acaba de apresentar sua defesa junto ao Supremo Tribunal Federal.

Em sua alegação, sustenta que dona Élida bebeu muito vinho, se alimentou mal, está doente e que a lesão na região da visão é em função de uma queda em que bateu com o rosto na banheira.

Você acredita?

Os ministros do STF certamente irão acreditar.

da Redação
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