Todos os detalhes e mentiras do mais emblemático inventário de São Bernardo do Campo

A análise do processo de inventário de dona Marisa Letícia demonstra de maneira inequívoca o quanto a família Lula da Silva é dissimulada e infame.

Tive o cuidado de me debruçar sobre o processo e percebi com absoluta nitidez, o quanto Lula vive, viveu e criou os seus filhos envoltos num repugnante castelo de mentiras, falsidades e falcatruas.

É de cátedra que Lula em 2005 afirmou que ‘A desgraça da mentira é que você passa a vida inteira contando mentira para justificar a primeira que você contou’. Veja: 
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Enrolado até o pescoço em um emaranhado de processos, inquéritos e procedimentos judiciais, envolvendo ele próprio e aos filhos, todos avessos ao trabalho, o ex-presidente não poderia ter na sua defesa advogados distantes desta realidade.

Escolheu um velho compadre e antigo ‘laranja’, Roberto Teixeira, que trouxe a tiracolo um genro aético, agressivo, irritante e trapaceiro.

Cristiano Zanin representa a escória da advocacia. Seu modus operandi processual é fétido.

Para tanto, o inventário de dona Marisa é um notório exemplo.

Logo na petição inicial, ao atribuir valor à causa, Zanin já agiu em desacordo com as normas legais, visando evidentemente obter vantagem, pagando um pequeno valor a título de custas judiciais. Veja:
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Valor atribuído ao milionário inventário
Valor atribuído ao milionário inventário

O ínfimo valor recolhido de custas judiciais
O ínfimo valor recolhido de custas judiciais

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A juíza do caso imediatamente determinou a correção do valor da causa e o consequente complemento das custas processuais. Abaixo a decisão da juíza:
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O ato seguinte do advogado de Lula foi tentar conseguir o ‘segredo de justiça’ dos autos, que foi prontamente indeferido pela magistrada.
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Zanin tenta obter o segredo de justiça
Zanin tenta obter o segredo de justiça

O despacho que indeferiu o sigilo
O despacho que indeferiu o sigilo

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Não tendo conseguido o almejado ‘segredo de justiça’, o advogado teria que cumprir a determinação no sentido de arrolar os bens a serem partilhados. Protelou ao máximo. Inicialmente pediu um prazo de 60 dias.
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Passados os 60 dias, Zanin não cumpriu o que se comprometeu. Pediu mais 30 dias de prazo, sob a enfadonha alegação de ‘entraves burocráticos diversos’.
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Vencido o novo prazo, a relação de bens para a partilha finalmente foi juntada, oportunidade em que foram declinados os herdeiros. Veja: 
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Entretanto, mais uma vez evidenciando o seu ‘modus operandi’, Zanin fez uma ressalva em seu petitório, dizendo da impossibilidade de obter extratos de todos os investimentos financeiros que deveriam ser inventariados. Ou seja, existem outros investimentos ainda não arrolados.

Algo ele esconde. Impossível que em nove meses após a morte de dona Marisa Letícia não se tenha conseguido obter os extratos de todos os seus investimentos. 

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De todo modo, uma coisa é certa, tais investimentos representam quantias vultosas, pois foram realizados na B3 S/A Brasil, Bolsa, Balcão, que se trata de uma administradora de mercados, conforme demonstra o documento abaixo. 
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O que se vê é que, mesmo nos detalhes, a atuação dos advogados do ex-presidente Lula é carreada de irregularidades, ilegalidades e extrema falta de ética.

Um documento, o instrumento de procuração de Marcos Cláudio Lula da Silva, contém uma informação falsa. O filho mais velho de Lula é qualificado como ‘vereador’. Na data em que a procuração foi assinada, Marcos Cláudio já havia perdido a disputa da reeleição e não detinha mais o mandato. No mínimo, nesse caso, faltou denodo por parte dos advogados. Veja abaixo.
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Percebe-se que o problema da dupla Roberto Teixeira e Cristiano Zanin não é tão somente com o juiz Sérgio Moro na República de Curitiba, é generalizado, é com a lei e com o estabelecimento da verdadeira Justiça.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
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