A mais bela primeira dama brasileira e a mais encrencada em casos de corrupção

Ela sem dúvida chama a atenção por sua beleza e pelo seu sorriso, sempre presente.

Militante, foi parceira de Fernando Pimentel na campanha eleitoral em Minas Gerais, quando ele conseguiu quebrar a hegemonia de 16 anos do tucanato.

Porém, Carolina de Oliveira Pimentel vive atualmente com um enorme receio de ter que providenciar sua mudança de BH para a Papuda.

Ela não tem ‘foro privilegiado’. E olha que não foi por falta de tentativa. Em maio de 2016 o marido a nomeou para o cargo de secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais. Repetiu o que Dilma houvera feito anteriormente com Lula.

A Justiça de Minas barrou a pilantragem.

Carolina Pimentel é investigada pela Operação Acrônimo.

Brasiliense, a primeira-dama cresceu em Taguatinga, cidade satélite do Distrito Federal. Começou a carreira como repórter de um jornal em Brasília. Em 2005 deixou as redações para atuar nos bastidores, contratada pela FSB, uma das maiores empresas de assessoria de imprensa do país.

Em 2011, foi nomeada assessora do presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), Luciano Coutinho. A instituição é subordinada ao MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio), e Fernando Pimentel à época era o ministro.

Apesar de aparecer como funcionária do banco, Carolina era reconhecida no mercado como a jornalista que atuava na linha frente da assessoria de Pimentel. Ela e o petista se apaixonaram. Carolina trabalhou com o então ministro por menos de um ano, mas percorreu ao menos dez países nesse período – entre eles França, Inglaterra, Estados Unidos e Moçambique – em missões oficiais ao lado do chefe e futuro marido.

O burburinho sobre a divergência entre a nomeação como assessora do BNDES e sua atuação junto a Pimentel fez com que a jornalista deixasse o governo.

Na sequência, ela abriu sua própria empresa de comunicação, a Oli. Hoje, a firma é um dos elos entre a primeira-dama, o governador, empresários e as suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

Segundo a Polícia Federal, existem registros que indicam que a Oli recebeu pagamentos de empresas que têm negócios com o BNDES.

Na semana passada a primeira dama mineira foi indiciada pela Polícia Federal pelo suposto cometimento do crime de corrupção passiva.

Outras investigações também miram Carolina.

Ela é terrível!

Fonte: Folha de S.Paulo

da Redação

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