Sem rumo, Zanin ataca Moro, TRF e ministro do STF e teme prisão de Lula

A metralhadora giratória do advogado Cristiano Zanin está em pleno funcionamento.

Sem qualquer compostura e sem condições de traçar uma estratégia jurídica coerente para o ex-presidente Lula, só lhe resta atacar a tudo e a todos.

Zanin sabe que Lula está encurralado.

Atacar Moro e propor uma série de recursos tem sido a estratégia. Perdeu todas as aventuras jurídicas realizadas.

Veio então a sentença do caso tríplex.

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) elogiou a sentença de 1º grau, tudo tecnicamente, sem entrar no mérito.  Zanin despejou mais uma vez a sua ira.

Até mesmo a 8ª turma que ainda irá julgar o recurso já mereceu palavras depreciativas do infame causídico.

Esta semana sua artilharia se voltou para o  ministro Luiz Fux, o próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que comandará às eleições de 2018.
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Fux declarou que se um candidato denunciado e condenado concorrer a uma eleição, isto poderia levar a justiça a um grande descrédito.

Zanin, insuperável em bizarrice, disse que Fux estaria desafiando o ordenamento jurídico internacional. Segundo o advogado, nenhuma restrição considerada ‘infundada’ poderia impedir o direito de um cidadão de se candidatar, de acordo com o artigo 25 do Pacto Internacional de Direitos Civis.

Ou seja, para o trêfego advogado, todas as denúncias contra Lula, uma condenação penal e a iminente confirmação desta condenação em 2ª instância é 'restrição infundada’.

Pelo visto, infundados são os argumentos do advogado, dublê de militante, que já pressentiu que o momento da prisão do meliante petista está se aproximando e não haverá tempo nem condições jurídicas, para que seja salvo por um mandato eletivo.

Lívia Martins

Articulista e repórter
livia@jornaldacidadeonline.com.br

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