Moraes fez questão de citar Lula em decisão sobre Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que Jair Bolsonaro continuará detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está desde sábado (22) para cumprir a pena de 27 anos e três meses. A escolha do local, segundo o despacho, segue parâmetros já utilizados em outras ocasiões, incluindo a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva em 2018.

Ao formalizar a decisão, Moraes determinou que o mandado de prisão fosse executado especificamente na sede da PF no Distrito Federal, mencionando expressamente o precedente que garantiu ao petista o direito de permanecer em sala de Estado-Maior durante sua custódia. Ele registrou:

"Expeça-se o mandado de prisão, que deverá ser cumprido na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal […], devendo permanecer o réu naquela sala de Estado-Maior (PET 8.213/PR", MC, Rel. Min. EDSON FACHIN, j. 07/08/2019), onde se encontra custodiado em virtude de prisão preventiva".

Além disso, o ministro ordenou a realização de “exames médicos oficiais para o início da execução da pena, inclusive fazendo constar as observações clínicas indispensáveis ao adequado tratamento penitenciário”. Esse procedimento, comum no início do cumprimento de penas longas, busca garantir condições adequadas de monitoramento clínico e reduzir riscos durante a custódia.

Um livro chocante foi lançado poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro. A obra “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, mostrou exatamente o cenário lamentável e absurdo que se concretizou hoje com a prisão do ex-presidente.

O livro trouxe denúncias diretas: Jair Bolsonaro foi alvo de um verdadeiro aparelho de perseguição política, que uniu instituições, mídia e setores progressistas em uma tentativa coordenada de enfraquecer seu governo e silenciar o movimento conservador que ganhou força no país. Além disso, a obra prevê o desfecho final dessa história... É impactante! Neste momento, a obra acaba de se tornar um ARQUIVO HISTÓRICO, um manifesto contra a censura e o "sistema". Para ter esse documento na palma da sua mão, clique no link abaixo:

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da Redação