Por baixa adesão, Zanin desiste de instituto contra a Lava Jato

Mais uma derrota para o contumaz perdedor Cristiano Zanin.

O objetivo era atingir o juiz Sérgio Moro, coisa que ele vem tentando fazer de maneira obstinada há três anos, sempre sem sucesso. Foi derrotado em tudo.

Segundo a Folha, ‘a ideia de criar um instituto para defender advogados de ataques contra as prerrogativas, que são as garantias legais que asseguram o direito de defesa não sairá do papel’.

De acordo com a própria Folha ‘o motivo do recuo foi a repercussão negativa da iniciativa’.

Na realidade, o tal instituto visava tão somente atacar a Lava Jato e o magistrado, sobretudo as suas medidas mais drásticas como conduções coercitivas, prisões temporárias e prisões preventivas de pessoas envolvidas em práticas de corrupção.

Cristiano Zanin é hoje uma pessoa extremamente mal vista entre os advogados e não possui qualquer liderança na classe. É tido e havido com arrogante, limitado e aético.

Por outro lado, prossegue a Folha, ‘O fato de a discussão ser capitaneada por advogados com clientes da Lava Jato também gerou críticas de que a iniciativa tinha como objetivo retaliar a investigação’.

Era só isto o que pretendiam. Nada mais.

Participaram do fracassado encontro, onde foi enterrada a ideia, os seguintes advogados: Alberto Toron, que defende Aécio Neves e Dilma Rousseff, Marco Aurélio Carvalho, sócio do ex-ministro José Eduardo Cardozo, Fábio Tofic, que defende Guido Mantega e João Santana, Cristiano Zanin, advogado do ex-presidente Lula e Roberto Teixeira, sócio e sogro de Zanin.


da Redação

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