Em audiência no STF, Gleisi imita tática de Lula, mas fica mais próxima do xilindró (veja o vídeo)

O envolvimento da senadora Gleisi Hoffmann e do marido Paulo Bernardo em práticas ilícitas é notório.

Não fosse a atuação providencial e ilegal do ministro Dias Toffoli, Bernardo estaria preso, haja vista a maneira explicita com que atuou em esquemas de corrupção e distribuição de propina.

O ministro, amigo íntimo do casal e ex-advogado do PT, não poderia ter atuado no caso. Deveria ter arguido a sua suspeição. Porém, nessa atual formação do STF, tudo parece ser permitido.

E Gleisi, em pleno STF, partiu para a tática idêntica de Lula, o discurso politiqueiro, descontextualizado dos autos, cheio de lamúrias e a insistência de que não há provas contra ela.
"Não tem nenhuma prova e estou sendo julgada e condenada. Não precisava pedir dinheiro para minha campanha de 2010. Sou vítima de perseguição política em razão de Alberto Youssef e seu advogado [...]. Não tem prova desse dinheiro chegando a mim. Acho que tem alto grau de politização. Quando fui denunciada, havia muita influência do Judiciário e do MP", disse a senadora.
O juiz que presidia a audiência, auxiliar do ministro Edson Fachin, interrompeu e demonstrou para Gleisi que a situação dos autos era outra, que a denúncia contra ela foi recebida por cinco ministros do STF e as provas consistentes e a repreendeu pelo discurso eminentemente político.

Até a situação da fome no país, Gleisi recorreu para tentar explicar o inexplicável.

De qualquer forma, o processo está na sua fase final e deve ser julgado ainda este ano, logo após a apresentação das alegações finais por parte da defesa e do Ministério Público.

A iminente condenação de Gleisi implicará fatalmente na perda do mandato, dos direitos políticos, da possibilidade de se candidatar em 2018 e do cumprimento da pena de prisão.

Abaixo, veja o vídeo:


da Redação

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