Situação fica mais difícil para Gilmar, pois Jacob agora tem duas preventivas decretadas

A Justiça Federal do Rio de Janeiro restituiu nesta quinta-feira (16) a prisão preventiva do empresário Jacob Barata Filho, decretada na Operação Ponto Final, que havia sido transformada em prisão domiciliar pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Quando da realização das diligências de Busca e Apreensão determinadas na Operação Cadeia Velha, a Polícia Federal detectou que o empresário havia descumprido determinações do próprio Gilmar Mendes, quando lhe concedeu o benefício da prisão domiciliar.

O empresário desrespeitou a decisão do ministro e se manteve a frente de seus negócios.

Foram apreendidos relatórios gerenciais de empresas de ônibus, relativos ao mês de outubro de 2017, planilhas de relação de pessoal e situação da frota, datadas de outubro de novembro, além de projetos de expansão de algumas das companhias de transporte coletivo administradas por Jacob Barata Filho, de setembro, e estudos de licitação, datados de outubro. 

Diante disso, a juíza Caroline Vieira Figueiredo, que substitui o juiz Marcelo Bretas, não teve dúvidas e decidiu pela nova preventiva.

Assim, Jacob agora está preso em função da decretação de duas prisões preventivas. Uma na Operação Ponto Final, por justamente descumprir a ordem de Gilmar e outra na Operação Cadeia Velha.

Vai ficar bem mais difícil tirá-lo do xilindró.


da Redação

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