O lado negro do preconceito

Que triste observar que estão querendo injetar o vírus do preconceito no coração do povo brasileiro.

O mais terrível ainda é observar que esta inoculação está sendo feito por aqueles representantes da raça negra que obtiveram sucesso profissional na carreira que abraçaram.

Como o missionário desonesto que precisa do medo do diabo para continuar extorquindo os seus fiéis, esses infelizes, necessitam do ódio entre as raças para continuarem brilhando.

Utilizam a vitimização racial para poderem continuar lucrando e tirando vantagens e benefícios individuais.

Atrizes medíocres, apresentadoras do tempo insuportáveis, ministros inúteis, misses não tão lindas, alunos não tão bem preparados, todos, de uma forma ou de outra, tiram algum proveito desta situação.

"Dividir para melhor governar", quem já não ouviu esta frase? Estratégia antiga de dominação política e ideológica em plena utilização nos dias atuais em nosso país.

Precisamos ficar atentos para não sermos vítimas desta atitude manipuladora mesquinha e covarde.

Os meios de comunicação investem pesado nesta política hipócrita.

O IBGE, recentemente, ao fazer uma pesquisa sobre o perfil do trabalhador  desempregado no Brasil, constatou que 63% eram negros ou pardos.
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Os "intelectuóides" de plantão, adeptos do MIMIMI, estão  fazendo uma interpretação maliciosa e distorcida deste dado estatístico.

Enchem o peito para dizer: "Como pode ainda haver preconceito em um país tão miscigenado como o Brasil ?". Pelo amor de Deus, isso é pura hipocrisia e desonestidade intelectual !

Desnecessário seria dizer que esse dado estatístico não reflete um preconceito racial por parte do empregador. O teor de melanina da pele do candidato, desta vez, não pode ser responsabilizado por essa constatação estatística, à não ser que o mesmo esteja pleiteando uma vaga de "Papai Noel" em algum shopping da cidade.

Este dado estatístico, reflete sim, uma falência do sistema público de ensino brasileiro, incapaz de capacitar adequadamente a população mais pobre à participar em igualdade de condições dos processos seletivos.

É mais fácil jogar a culpa na "intolerância racial" de uma sociedade supostamente  egoísta e conservadora, do que assumir a sua própria  parcela de culpa no processo.

Chega de MIMIMI, uma sociedade que valoriza o esforço e o mérito não possui espaço para proliferação de políticas de exclusão de qualquer tipo, com exceção, é claro, para os candidatos mal preparados e incapacitados para ã função.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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