PF prende novamente empresário do caso Celso Daniel e crime pode envolver Lula (veja o vídeo)

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (17) o empresário Ronan Maria Pinto, sob a acusação de envolvimento numa organização criminosa que atuava no setor de transporte público em Santo André (SP).

Os fatos que desencadearam esta nova prisão do empresário estão diretamente ligado ao período em que foi assassinado o prefeito Celso Daniel, no ano de 2002.

Celso Daniel é o cadáver insepulto mais perigoso da história da República.

Após a morte do prefeito, sete pessoas supostamente envolvidas no crime, foram assassinadas.

→ Dionísio Severo, o sequestrador: assassinado (Abr/2002);

→ Sérgio "Orelha", o cúmplice: assassinado (Nov/2002);

→ Antônio Palácio, o garçom: assassinado (Fev/2003);

→ Paulo Henrique Brito, a testemunha: assassinado (Mar/2003);

→ Otávio Mercier, o investigador: assassinado (Jul/2003);

→ Iran Rédua, o agente funerário: assassinado (Nov/2004);

→ Carlos Printes, o legista: encontrado morto (Out/2005).
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Vale destacar que em agosto de 2010, Eliana Vendramini, promotora do Ministério Público de São Paulo responsável pelas investigações do assassinato de Celso Daniel, sofreu um grave acidente automobilístico após ser perseguida numa via expressa paulistana por um veículo, atingida na lateral e jogada para fora da pista, capotando.

Mais recentemente, em setembro de 2016, Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mentor do homicídio, que tinha como advogado o mesmo que advoga para José Dirceu, faleceu em São Paulo.

Existem fortes rumores que apontam para uma delação premiada de Ronan.

Se isto acontecer, o ex-presidente Lula poderá ser envolvido no caso. Tudo indica que o assassinato do prefeito foi providenciado dentro da cúpula do PT. Uma gravação realizada pela PF aponta a participação de Gilberto Carvalho.

Veja o vídeo abaixo:



Ronan Maria Pinto foi preso no Hospital Albert Einstein, onde iria fazer uma operação.

O próprio publicitário Marco Valério, aquele do Mensalão, envolvido em todas as falcatruas do primeiro governo de Lula, garantiu para a polícia que estariam envolvidos no assassinato do prefeito, além de Lula, o ex-ministro José Dirceu e o assessor particular Gilberto Carvalho.

O prefeito assassinado tinha em mãos um dossiê que comprovava detalhes de petistas envolvidos com o crime organizado. Esse dossiê seria entregue para a PF.

Ronan na época recebeu R$ 6 milhões do pecuarista José Carlos Bumlai, para manter a boca fechada.

da Redação

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