
Gigante jornal internacional diz que Lula deveria abrir mão da reeleição em 2026
01/01/2026 às 13:42 Ler na área do assinante
Em editorial publicado nesta terça-feira (30), o jornal britânico The Economist avaliou que o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva (PT) não deveria disputar um novo mandato nas eleições de 2026. Na análise do periódico, a idade do chefe do Executivo é apontada como um dos principais fatores de preocupação, já que Lula tem 80 anos.
O texto argumenta que, apesar da reconhecida habilidade política do presidente, o risco institucional seria elevado ao manter alguém tão idoso por mais quatro anos no cargo mais alto da República.
“Lula tem 80 anos. Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso servindo mais quatro anos no cargo máximo. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo”, afirma o editorial.
A publicação faz ainda um paralelo com a política norte-americana, comparando Lula ao ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden. O democrata, aos 81 anos, decidiu não concorrer à reeleição após questionamentos públicos sobre sua idade e sua capacidade cognitiva durante o ciclo eleitoral.
Nesse contexto, o jornal destaca a proximidade etária entre os dois líderes e relembra o desfecho negativo da corrida eleitoral nos Estados Unidos.
“Lula tem apenas um ano a menos do que Joe Biden tinha no ponto equivalente do ciclo eleitoral de 2024 nos Estados Unidos — que terminou de forma desastrosa. Ele parece estar em condição muito melhor do que Biden estava, mas já teve problemas de saúde”, acrescenta o texto.
Para o The Economist, uma eventual desistência de Lula abriria espaço para uma renovação no campo político. O jornal afirma que, sem o atual presidente na disputa, a eleição poderia se tornar uma “disputa adequada em busca de um novo campeão da centro-esquerda”.
Além das questões relacionadas à idade, o editorial também direciona críticas à condução econômica do governo. O veículo classifica as políticas adotadas pela atual gestão como medíocres, reforçando a avaliação de que o país se beneficiaria de uma nova liderança e de uma agenda econômica mais consistente.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.
Foi pensando nisso que a loja Conteúdo Conservador está "queimando" seu estoque e oferecendo FRETE GRÁTIS para todo o país. Antes que a censura atinja essas obras, é importante que o máximo de pessoas tenha esse conteúdo nas mãos. Para adquirir enquanto é tempo, basta clicar no link abaixo:
https://conteudoconservador.news/stf/
Vale a pena o investimento!













