
Novo ataque militar dos Estados Unidos no Caribe
01/01/2026 às 14:52 Ler na área do assinante
As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque contra três embarcações vinculadas ao narcotráfico em águas internacionais do Caribe. A ação foi autorizada diretamente pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, conforme comunicado oficial divulgado no X.
De acordo com informações militares, os alvos faziam parte de um comboio monitorado por órgãos de inteligência norte-americanos. A identificação foi feita pela Força-Tarefa Conjunta Southern Spear, que classificou os operadores das embarcações como integrantes de organizações consideradas terroristas pelos Estados Unidos. Relatórios indicaram que os barcos utilizavam rotas tradicionais do tráfico e haviam realizado transferências de drogas entre si pouco antes do ataque.
No primeiro momento da operação, a embarcação que liderava o comboio foi atingida por forças norte-americanas, resultando na morte de três integrantes do grupo criminoso. Já os ocupantes dos outros dois barcos abandonaram as embarcações e se lançaram ao mar antes das ações seguintes, que culminaram no afundamento total dos alvos.
Após o encerramento dos ataques, o Comando Sul dos Estados Unidos acionou imediatamente a Guarda Costeira para conduzir operações de busca e salvamento na área. As Forças Armadas reiteraram que os indivíduos envolvidos estavam ligados a organizações formalmente designadas por Washington como terroristas.
A ofensiva faz parte de um movimento mais amplo de endurecimento das ações norte-americanas no Caribe. Nos últimos meses, Washington intensificou a pressão sobre atividades ilícitas associadas ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, ampliando o emprego de meios militares e elevando o narcotráfico regional ao status de ameaça estratégica.
Autoridades norte-americanas afirmam que a operação segue o mesmo modelo de campanhas anteriores contra redes criminosas transnacionais, reforçando o compromisso dos Estados Unidos com o combate ao tráfico internacional de drogas e à atuação de grupos considerados hostis à segurança regional.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
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