
Fim de mais uma tirania... O tirano está preso. Parabéns Donald Trump!
03/01/2026 às 08:16 Ler na área do assinante
Numa agilidade impressionante, forças americanas capturaram o tirano venezuelano Nicolás Maduro durante um ataque militar à Venezuela. O anúncio ocorreu neste sábado (3), após uma série de explosões registradas na madrugada em Caracas.
"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea", declarou Trump em publicação nas redes sociais.
A captura foi realizada por equipes da Delta Force, uma tropa de elite do exército norte-americano. Esta unidade especializada tem como missões lidar com contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e de reconhecimento, frequentemente contra alvos considerados de "alto valor".
Moradores da capital venezuelana registraram sete explosões em aproximadamente 30 minutos. Vídeos compartilhados em plataformas digitais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude. O fornecimento de energia foi interrompido em partes da cidade, principalmente próximo à base aérea de La Carlota, na região sul da capital.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou desconhecer o paradeiro de Maduro e exigiu que os EUA apresentem prova de vida do mandatário.
"Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores", disse Rodriguez em um áudio exibido pela TV estatal venezuelana. Trump indicou que fornecerá mais detalhes sobre a operação durante entrevista coletiva marcada para as 13h, horário de Brasília.
Antes da confirmação americana sobre a captura, o governo venezuelano emitiu comunicado oficial declarando que o país estava sob ataque.
"O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada", informava o documento.
As autoridades venezuelanas convocaram a população à resistência contra a ação militar americana.
"O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista."
Caracas caracterizou a operação como tentativa de impor uma "guerra colonial" e forçar uma "mudança de regime", além de acusar os EUA de buscar apropriar-se de recursos estratégicos venezuelanos, principalmente petróleo e minerais.
As tensões entre os dois países aumentaram desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que pudessem levar à captura de Maduro. No mesmo período, os EUA intensificaram sua presença militar no Mar do Caribe.
A Casa Branca inicialmente justificou o reforço militar como parte de operações contra o narcotráfico internacional. Posteriormente, fontes do governo americano, sob condição de anonimato, indicaram que o verdadeiro objetivo era promover a destituição de Maduro.
Em novembro, Trump e Maduro estabeleceram contato telefônico direto, numa aparente tentativa de negociação. As conversas não produziram resultados concretos, pois o presidente venezuelano teria se mostrado irredutível quanto à possibilidade de renunciar ao cargo.
No mesmo período, o Departamento de Estado americano classificou o Cartel de los Soles como organização terrorista. Autoridades dos EUA acusam Maduro de liderar esta organização, alegação que o governo venezuelano caracteriza como parte de uma estratégia hostil.
Veículos da imprensa internacional já indicavam em novembro que os Estados Unidos preparavam uma nova fase de operações militares direcionadas à Venezuela.
Nas semanas anteriores ao ataque, a marinha americana realizou operações de apreensão de navios petroleiros venezuelanos em águas internacionais. Trump também implementou bloqueio naval contra embarcações alvo de sanções americanas e acusou Maduro de "roubar os EUA".
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