
EUA quebram o sigilo da denúncia contra Maduro e expõem ao mundo os 4 principais crimes do tirano
03/01/2026 às 20:05 Ler na área do assinante
A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, retirou o sigilo da acusação formal contra Nicolás Maduro neste sábado (3). O documento, apresentado por um grande júri federal no Distrito Sul de Nova York, imputa ao líder venezuelano, capturado após operação militar americana em território venezuelano, crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de cocaína e uso de armamentos de guerra.
A denúncia sustenta que Maduro comandou, desde 1999, uma extensa rede que utilizava estruturas do Estado venezuelano para transportar cocaína aos EUA. Segundo o documento, a operação envolvia organizações classificadas como terroristas pelo governo norte-americano, como as FARC, o ELN, além do Cartel de Sinaloa, Cartel del Noreste (antigos Zetas) e Tren de Aragua.
Promotores federais afirmam na acusação que Maduro "sentou-se no topo de um governo corrupto e ilegítimo que, por décadas, protegeu e promoveu atividades ilegais, incluindo o tráfico de drogas". O esquema teria funcionado durante toda a trajetória política do líder venezuelano, desde seu período como deputado até os cargos de ministro das Relações Exteriores, vice-presidente e presidente.
A investigação americana aponta que, enquanto atuava como chanceler da Venezuela, Maduro "vendeu passaportes diplomáticos venezuelanos a traficantes de drogas" e "facilitou voos sob cobertura diplomática para repatriar recursos do narcotráfico". Aeroportos, forças de segurança e canais diplomáticos teriam sido utilizados para dar suporte às operações de tráfico.
O documento judicial menciona também familiares de Maduro. Sua esposa, Cilia Flores, aparece por supostamente participar de negociações com traficantes e receber pagamentos ilícitos. O filho, Nicolás Maduro Guerra, estaria envolvido na logística de transporte de cocaína, inclusive com uso de aeronaves da PDVSA, estatal petrolífera venezuelana.
As rotas do tráfico incluíam trajetos aéreos e marítimos da Venezuela para o Caribe, América Central e México, antes de chegar aos EUA. O Departamento de Estado norte-americano estima, conforme citado no documento, que entre 200 e 250 toneladas de cocaína circulavam anualmente pela Venezuela por volta de 2020.
O grande júri documenta encontros entre integrantes do governo venezuelano e líderes da FARC e do ELN, alguns realizados em instalações oficiais do país. Os promotores destacam que autoridades venezuelanas "acolheram publicamente líderes da FARC em território venezuelano", evidenciando a relação entre o governo e os grupos armados.
A acusação formal atribui a Maduro quatro crimes principais:
- Conspiração de narcoterrorismo.
- Conspiração para importação de cocaína aos Estados Unidos.
- Uso e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos relacionados ao tráfico.
- Conspiração armada vinculada a crimes de drogas.
O documento prevê o confisco de bens e ativos obtidos através das atividades ilícitas descritas.
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