Trump inaugura a guerra sem mortes e a democracia "delivery"
04/01/2026 às 20:28 Ler na área do assinanteA história registrou um episódio inédito: uma guerra que começou e terminou em poucas horas, sem contagem de cadáveres, com um narcoditador deposto, preso e removido para outro continente. Não foi espetáculo, foi eficácia. E desmontou, de uma vez, o discurso romântico que insiste em tratar tiranias como se fossem regimes sensíveis a serenatas diplomáticas.
Não adiantou Nicolás Maduro cantar “Imagine” para Donald Trump. Ditaduras não caem com flores, hashtags ou coletivas de imprensa. Caem quando a correlação de forças muda e a decisão é executada com precisão. A chamada “diplomacia” invocada pela extrema-esquerda latino-americana, incluindo a lulofascista, mostrou-se, mais uma vez, incapaz de lidar com regimes criminosos que se sustentam no tráfico, na repressão e no terror.
O desespero é visível. Evocam convenções internacionais como se fossem amuletos, ignorando que tais instrumentos foram pensados para Estados de Direito, não para narcoditaduras. Enquanto isso, a imprensa militante insiste em defender o indefensável, relativizando crimes e tratando a queda de um tirano como afronta à civilidade.
O episódio expôs uma verdade incômoda: há momentos em que a história não avança por discursos, mas por decisões. A democracia, quando resgatada de mãos criminosas, às vezes chega por entrega expressa (delivery), sem aplausos, sem poesia, mas com resultados.
A extrema-esquerda esperneia por não poder acusar Trump de assassino ou genocida.
Os venezuelanos, em seu país e espalhados pelo mundo, agradecem.
Thank you, Trump!
Henrique Alves da Rocha
Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.