
Rede social se manifesta, desmoraliza Moraes e Filipe Martins deve ser solto imediatamente
06/01/2026 às 11:40 Ler na área do assinante
A equipe de defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a conta do investigado no LinkedIn não registra qualquer acesso desde setembro de 2024.
Com base nessa informação, os advogados solicitam a revogação da prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
Segundo a petição encaminhada à Corte, há registros fornecidos pela própria Microsoft que indicariam a inexistência de acessos à conta após a imposição das medidas cautelares.
Na semana anterior, ao responder questionamento do ministro Alexandre de Moraes, a defesa já havia declarado que passou a administrar as redes sociais de Martins desde a prisão dele, ocorrida em fevereiro de 2024.
De acordo com os advogados, o último acesso à plataforma profissional teria ocorrido naquele período por iniciativa de um advogado contratado para atuar em processos envolvendo Filipe Martins nos Estados Unidos. A explicação complementa uma manifestação anterior enviada ao STF, na qual a defesa reconheceu o uso da conta, mas sem especificar a data em que isso teria ocorrido.
O ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva ao entender que houve descumprimento da proibição de utilização de redes sociais, ainda que de forma indireta ou por intermédio de terceiros. Essa restrição foi estabelecida em 26 de dezembro, quando a prisão foi convertida para o regime domiciliar.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.
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