Sob tortura, Bolsonaro tem crise, sofre acidente e Moraes nega ida ao Hospital

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O homem foi esfaqueado, quase perdeu a vida. Governou sob intensa pressão psicológica, onde o sistema questionava suas decisões e escândalos eram fabricados diuturnamente.

Tentou a reeleição, mas foi impedido de disputar em iguais condições com o seu concorrente. O TSE impôs inúmeras restrições e claramente favoreceu a campanha do adversário. Um sujeito com inúmeras implicações em rumorosos casos de corrupção, condenado em 3 instâncias e depois descondenado por uma bisonha alegação de erro de CEP.

Bolsonaro deixou a presidência e a perseguição não cessou, até prendê-lo. Recolhido ao cárcere, a perseguição prossegue, agora sob a forma de tortura.

Aos 70 anos de idade, depois de 4 procedimentos cirúrgicos, ainda oriundos daquela maldita facada, foi novamente colocado atrás das grades, sem que tivesse o direito humanitário de ao menos se recompor das cirurgias.

Com isso, como não poderia ser diferente, hoje foi vítima de um acidente ocorrido no local onde está sendo torturado.

A ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro, fez a seguinte publicação nas redes sociais:

“Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, relatou Michelle.

Para piorar ainda mais a situação, Alexandre de Moraes acaba de negar a ida de Bolsonaro ao Hospital - mesmo o médico relatando um traumatismo craniano.

A intenção do sistema parece óbvia.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.

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