

A Câmara Municipal de Recife registrou um avanço decisivo na articulação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) após o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos. A CPI, encabeçada pelo vereador Thiago Medina, já conta com 9 assinaturas, faltando apenas 4 para atingir o número necessário à sua abertura.
A comissão tem como objeto central apurar indícios de possível favorecimento indevido em concurso público municipal, especificamente na nomeação de um candidato em vaga destinada a pessoas com deficiência (PCD). Segundo a denúncia, o resultado do certame teria sido alterado posteriormente para incluir um segundo candidato, filho de uma procuradora, o que levanta questionamentos sobre o cumprimento dos princípios da impessoalidade, moralidade administrativa e isonomia.
O vereador Thiago Medina, que lidera a iniciativa, reforçou o caráter institucional da CPI e a necessidade de esclarecimento dos fatos:
“A CPI que estamos encabeçando tem um objetivo muito claro. Apurar se houve favorecimento indevido na nomeação de um candidato em vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD) em concurso público. Não se trata de questionar condições pessoais, mas de garantir legalidade, impessoalidade e igualdade de oportunidades. Já reunimos nove assinaturas e faltam apenas quatro para que a CPI seja protocolada e possa esclarecer os fatos com total transparência.”
Vereadores signatários da CPI (9):
• Alef Collins
• Thiago Medina
• Felipe Alecrim
• Davi Muniz
• Eduardo Moura
• Gilson Machado Filho
• Fred Ferreira
• Alcides Teixeira Neto
• Paulo Muniz
Com o avanço das adesões, a expectativa é de que as quatro assinaturas restantes sejam colhidas nos próximos dias, permitindo a instalação imediata da CPI e o início das investigações.
A iniciativa liderada por Thiago Medina (PL) reforça o papel fiscalizador do Legislativo e a defesa da transparência, da legalidade e da igualdade de oportunidades no serviço público.
“A CPI é essencial para esclarecer se houve interferência ou favorecimento indevido em um concurso público. Quando surgem dúvidas sobre a lisura do processo, o Parlamento não pode se omitir. A CPI está perto de sair e vai garantir transparência, apuração técnica e respeito aos princípios da legalidade e da isonomia. Concurso público tem que ser justo para todos”, concluiu Medina.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
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