Entidade de jornalistas divulga Carta Aberta e alerta sobre “tentativa de assassinato” de Bolsonaro

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A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Ailiados - AJOIA Brasil – publicou nesta quarta-feira uma Carta Aberta dirigida ao Congresso Nacional e aos governadores.

Para a AJOIA Brasil, o país assiste em silêncio o assassinato de um ex-presidente da República.

Confira a íntegra da Carta Aberta:

O Brasil assiste em silêncio e do sofá o assassinato de um ex-presidente da República.
O regime que comanda o Brasil está, a conta gotas, assassinando o ex-presidente Jair Bolsonaro, líder da Direita brasileira. Bolsonaro se encontra totalmente indefeso, exposto às garras dos seus inimigos que se auto proclamaram justiceiros, algozes, e não juízes imparciais.
Em 6 de setembro de 2018, o militante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Adélio Bispo de Oliveira, enfiou um facão no baixo ventre de Bolsonaro que quase o transfixa. O então candidato à presidência sobreviveu, mas, desde então, foi submetido a 14 cirurgias.
Acusado de um golpe de Estado fictício, sustentado por narrativas esdruxulas, pela mídia e pela esquerda, Bolsonaro foi preso em 22 de novembro de 2025, condenado a 27 anos de prisão por magistrados que jamais poderiam participar de qualquer ato desta natureza, pois possuem conflitos graves de interesses.
Logo depois da última cirurgia, em 29 de dezembro de 2025, quando o ex-presidente ainda deveria estar sob cuidados especiais, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que ele fosse levado de volta para a cadeia, numa demonstração de que sua toga é de inquisidor, jamais de defensor da justiça. Sua conduta é repugnável, inaceitável e de um tirano.
Sob efeito de remédios controlados, perseguido, torturado, Bolsonaro está debilitado e delirante. Ontem, 6 de janeiro de 2026, durante a madrugada, caiu da cama e só foram encontrá-lo, no chão, por volta das 7, de manhã. Mesmo diagnosticado com fratura craniana, seu algoz negou, num primeiro momento, a liberação para atendimento digno em um hospital.
É flagrante a tentativa de assassiná-lo!
Desde 1º de janeiro de 2023, o Brasil escorrega para um regime totalitário, com a Constituição pisoteada por quem deveria protegê-la, o Supremo Tribunal Federal (STF); presos políticos; liberação de narcotraficantes; desvio de trilhões do erário; desarmamento da população; corrução generalizada; virtual fechamento do Congresso Nacional e tendo as mentiras como método.
Se não bastasse, assistimos ao crescimento de facções de narcotraficantes, como Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV); alinhamento do mandatário Lula da Silva com ditaduras, como China, Rússia e Cuba, o Estado terrorista do Irã e o narcoestado da Venezuela; e agora, com requintes de crueldade, o assassinato a conta-gotas de um ex-presidente da República.
Com efeito, o assunto é de extrema urgência. A Esquerda tem como meta a sua eliminação e para isso, os fins justificam os meios. Perseguido durante todo o seu governo (2019-2022), em 8 de janeiro de 2023, embora estivesse nos Estados Unidos, foi acusado de liderar um golpe de Estado fantasioso, sem arma e nem tanques nas ruas. Uma armação escandalosa, arregimentada por quem o julgou recentemente e o condenou há 27 anos de cadeia.
Qualquer pessoa minimamente sensata, intelectualmente honesta, cristã e que defenda a justiça, sabe que para se configurar um golpe de estado, é necessário elementos que nunca estiveram presentes na peça acusatória. A verdade é uma só: Bolsonaro ameaça, com sua popularidade histórica, o sistema metastático que ora se instalou no Brasil e que passa longe de ser uma democracia.
Ainda há tempo de salvar Jair Bolsonaro e os presos políticos encarcerados em Brasília. Se o Congresso Nacional quiser pode evitar a sua morte precoce e cruel, bem como o sofrimento injusto de inocentes acusados de golpe, em vez de baderna, que foi o crime cometido no dia 8 de janeiro de 2023.
Os governadores dos Estados mais influentes precisam acordar para a urgência das arbitrariedades que estão sendo cometidas em Brasília, falaciosamente em nome da democracia, por atores suspeitos, que não possuem isenção e querem na verdade é assassinar o líder da direita.
A AJOIA BRASIL - Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados, repudia a violência em curso na Capital Federal, sobretudo no tratamento dado ao ex-presidente, que merece, por ter sido mandatário eleito por mais da metade dos eleitores, democraticamente, um tratamento digno e justo, com imparcialidade e respeito à Constituição.
O que assistimos atônitos é vingança, perseguição e não pode ser considerado justiça. A desforra não é, neste caso, contra apenas um ex-presidente que goza de popularidade e confiança de milhões de cidadãos, é contra o Estado Democrático de Direito e contra o povo brasileiro.
Belo Horizonte/MG, 7 de janeiro de 2026
AJOIA BRASIL - Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados

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