URGENTE: Conselho Federal de Medicina responde Moraes

10/01/2026 às 12:42 Ler na área do assinante

O Conselho Federal de Medicina (CFM) respondeu oficialmente ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), comunicando que não teve qualquer intenção de interferir na execução da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro nem de “corrigir” a atuação da Polícia Federal (PF). O esclarecimento foi feito por meio de um ofício enviado na sexta-feira (9), em resposta a uma intimação expedida pelo próprio STF.

A manifestação ocorreu após Moraes determinar o cancelamento de uma sindicância aberta pelo CFM, cujo objetivo era apurar a conduta ética dos médicos responsáveis pelo atendimento prestado a Bolsonaro na Superintendência da PF, depois de uma queda sofrida pelo ex-presidente.

Segundo o CFM, a apuração instaurada seguia o rito normal previsto para situações semelhantes. O órgão informou que recebeu quatro denúncias formais relacionadas ao episódio e que, diante disso, adotou os “procedimentos previstos na legislação e no Código de Processo Ético-Profissional”, sem realizar “qualquer juízo antecipado sobre os fatos”.

O conselho ressaltou ainda que a sindicância possui caráter preliminar e não representa, por si só, uma condenação ou acusação. Trata-se, conforme explicou, de um instrumento administrativo utilizado tanto para verificar eventuais irregularidades quanto para resguardar a atuação dos profissionais envolvidos e a própria regularidade institucional.

Para reforçar que não houve excepcionalidade no caso, o CFM destacou que, entre 2020 e 2025, foram instaurados mais de 34 mil procedimentos semelhantes em todo o país. De acordo com o órgão, esse volume evidencia que a abertura de sindicâncias faz parte da rotina do sistema de fiscalização do exercício da medicina no Brasil.

No encerramento do ofício, o conselho reiterou seu “compromisso com determinações do Judiciário”, mas sustentou que não existe “justa causa” para que o presidente da entidade seja obrigado a prestar depoimento à Polícia Federal, como determinado por Moraes. 

Para o CFM, a atuação no caso seguiu estritamente os limites legais e institucionais que regem a profissão médica.

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.

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da Redação
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