CFM dá lição em Moraes em resposta sobre decisão do ministro

10/01/2026 às 13:38 Ler na área do assinante

O Conselho Federal de Medicina (CFM) finalmente respondeu oficialmente o ministro Alexandre de Moraes.

A resposta foi uma verdadeira lição "técnica" sobre o que a sindicância aberta pelo CFM, cujo objetivo era apurar a conduta ética dos médicos responsáveis pelo atendimento prestado a Bolsonaro na Superintendência da PF, depois de uma queda sofrida pelo ex-presidente.

Segundo o CFM, a apuração instaurada seguia o rito normal previsto para situações semelhantes. O órgão informou que recebeu quatro denúncias formais relacionadas ao episódio e que, diante disso, adotou os “procedimentos previstos na legislação e no Código de Processo Ético-Profissional”, sem realizar “qualquer juízo antecipado sobre os fatos”.

O conselho ressaltou ainda que a sindicância possui caráter preliminar e não representa, por si só, uma condenação ou acusação. Trata-se, conforme explicou, de um instrumento administrativo utilizado tanto para verificar eventuais irregularidades quanto para resguardar a atuação dos profissionais envolvidos e a própria regularidade institucional.

Para reforçar que não houve excepcionalidade no caso, o CFM destacou que, entre 2020 e 2025, foram instaurados mais de 34 mil procedimentos semelhantes em todo o país. De acordo com o órgão, esse volume evidencia que a abertura de sindicâncias faz parte da rotina do sistema de fiscalização do exercício da medicina no Brasil.

No encerramento do ofício, o conselho reiterou seu “compromisso com determinações do Judiciário”, mas sustentou que não existe “justa causa” para que o presidente da entidade seja obrigado a prestar depoimento à Polícia Federal, como determinado por Moraes. 

Para o CFM, a atuação no caso seguiu estritamente os limites legais e institucionais que regem a profissão médica.

Por essa, o ministro não esperava...

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.

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