A flagrante “mentira” do ministro Alexandre de Moraes

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Logo que a celeuma envolvendo o Banco Master, a advogada Viviane Barci, o ministro Alexandre de Moraes e o Banco Central veio à tona, o magistrado divulgou uma nota onde afirmava que em suas conversas com o Banco Central só tratou do assunto “Lei Magnitsky”.

Moraes garantiu que em nenhum momento tratou com o BC do assunto “Banco Master”, o que certamente poderia configurar em crime.

Eis que agora, o Banco Central acaba de colocar em sigilo todas as comunicações havidas com Moraes sobre o Banco Master.

A dedução é óbvia. Ou o ministro mentiu. Ou o BC colocou em sigilo conversas que não existiram.

Mas, certamente, tudo em nome da democracia.

Sobre esse assunto deixo para apreciação o comentário da jornalista Cristina Graeml:

"Quando informações públicas passam a ser escondidas sob sigilo, o problema deixa de ser técnico e vira político. O cidadão tem o direito de saber quem falou com quem, quando e por quê — ainda mais quando o assunto envolve decisões sensíveis e figuras de poder.
O silêncio institucional só aumenta a desconfiança.
Se tudo está dentro da lei, por que esconder registros e agendas?"
Democracia exige luz, não cortinas fechadas.
E vale a regra básica: quem não deve, não teme — inclusive autoridades como Alexandre de Moraes."

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:

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da Redação