A saída humilhante de Lewandowski: “boi de piranha”...

Ler na área do assinante

Um texto do jovem parlamentar paranaense, Rodrigo Marcial, esclarece com precisão como se deu a queda do ministro Ricardo Lewandowski, engolido pela própria incompetência e pelo jogo sujo de Brasília. Confira:

“Lewandowski caiu.
O governo tenta vender como ‘saída estratégica’, mas a verdade é muito mais humilhante: o Ministro da Justiça de Lula foi engolido pela própria incompetência e pelo jogo sujo de Brasília.
Você sabe o que aconteceu nos bastidores?
A nomeação de Ricardo Lewandowski para o Ministério da Justiça já nasceu absurda.
Foi uma substituição: Flávio Dino sai do MJ e vai ao STF; Lewandowski sai do STF direto para o MJ de Lula.
Troca descarada de jogadores do mesmo time.
Lewandowski não caiu de paraquedas.
Ele foi o homem que, no auge do Mensalão, tentou de tudo para salvar a cúpula do PT.
O embate com Joaquim Barbosa não foi jurídico, foi político. Ele sempre foi um militante de luxo disfarçado de magistrado
Quando Sérgio Moro largou a Justiça Federal para assumir o Ministério da Justiça, a esquerda surtou: falaram em suspeição e quiseram anular a Lava Jato por isso.
Mas quando Lewandowski saiu do STF para o colo de Lula: silêncio absoluto
A regra só vale para um lado?
Lula deu a ele apenas uma missão: aprovar a PEC da Segurança Pública.
O plano? Centralizar o poder na União e engessar as polícias.
Mas Lewandowski é, além de tudo, um incompetente.
O Congresso triturou a proposta por ser confusa, engessada e burocrática.
A Operação Contenção no RJ foi o último prego no caixão.
O Governador Cláudio Castro agiu sozinho, porque Brasília só atrapalhava o combate ao crime organizado.
O auge da vergonha? Lewandowski foi desmentido AO VIVO pelo próprio diretor da PF sobre as operações no Rio de Janeiro.
Enquanto Lewandowski tentava ‘teorizar’ sobre o crime organizado, governadores de todo o país se uniram ao Rio, oferecendo tropas e inteligência.
Brasília tornou-se irrelevante.
 O povo e os estados perceberam: não precisam de um ‘Ministro Supremo’ que desdenha da realidade.
Por que ele sai agora? Não é só incompetência.
O governo vai dividir o Ministério em dois.
O motivo?
Distribuir cargos e verba para a eleição.
Lewandowski foi o ‘boi de piranha’ para abrir espaço para o loteamento político do Lula.
O resultado?
Mais um ministério no já inflado governo Lula, que conta atualmente com absurdos 38 ministérios.
Bolsonaro governou com apenas 23.
É a máquina pública sendo inchada para sustentar aliados e garantir o projeto de poder.
Lewandowski sai menor do que entrou.
Deixou o STF pela porta dos fundos e o Ministério pela porta da incompetência.
O Brasil precisa de segurança, não de advogados do PT travestidos de ministros.
A segurança pública respira com essa saída ou o pior ainda está por vir?”

A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro "Supremo Silêncio". A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber

Veja a capa:

da Redação