
Flávio recebe apoio de nome de peso no cenário internacional
12/01/2026 às 08:15 Ler na área do assinante
Durante uma entrevista, o presidente da Argentina, Javier Milei, declarou ter uma relação de amizade com a família Bolsonaro e deixou claro seu posicionamento pessoal em relação às eleições no Brasil, citando o pleito de 2026. A declaração ocorreu enquanto ele comentava o contexto político brasileiro em uma conversa informal, fora do tom diplomático tradicional.
Segundo Milei, a decisão cabe exclusivamente aos eleitores brasileiros, mas, ao ser questionado de forma direta, afirmou sua preferência.
“É uma escolha dos brasileiros. Digamos, com a diferença que existe, digamos que eu tenho amigos no Brasil, os Bolsonaro. Se você me pergunta dessa forma, onde me tira do lugar de político, está claro que prefiro uma solução com os Bolsonaro, e não uma solução com o socialismo do século XXI”, declarou Milei.
A fala repercutiu rapidamente entre integrantes da família Bolsonaro. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que também é citado como possível pré-candidato à Presidência, respondeu destacando o impacto político e econômico da relação entre os dois países. Para ele, “além de um amigo, a Argentina terá um parceiro comercial de verdade no Brasil a partir de 2027”.
Na mesma publicação, Flávio acrescentou uma mensagem direta ao presidente argentino:
"Obrigado, Milei!".
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ex-deputado federal, também comentou o episódio ao compartilhar o vídeo da entrevista. Ele aproveitou para contrastar o atual governo argentino com a gestão anterior, mencionando uma declaração polêmica do ex-presidente Alberto Fernández.
“Antes na Argentina, havia um presidente que dizia que os brasileiros vieram da selva”, relembrou.
Em tom elogioso, Eduardo destacou a atuação de Milei à frente do país vizinho.
"Hoje lá está Milei, tirando a Argentina da sua pior crise econômica e moral. Como é bom ter um presidente. Muito obrigado, Javier Milei", afirmou.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
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