Mais um país governado por ditador amigo de Lula recua diante da pressão de Trump

13/01/2026 às 15:31 Ler na área do assinante

O governo da Nicarágua informou que irá libertar dezenas de detentos do sistema penitenciário nacional, em um movimento que ocorre enquanto os Estados Unidos intensificam a pressão diplomática contra o regime de Daniel Ortega, amigo de Lula. 

O anúncio acontece cerca de uma semana após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, episódio que elevou a tensão política na região.

Em comunicado oficial, o Ministério do Interior nicaraguense afirmou que “dezenas de pessoas que estavam no Sistema Penitenciário Nacional estão retornando para suas casas e famílias”, sem detalhar nomes, critérios ou prazos para as liberações.

A embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua elogiou a decisão da Venezuela de libertar o que classificou como “prisioneiros políticos”, considerando o gesto um avanço em direção à pacificação. No entanto, a representação diplomática criticou duramente a situação nicaraguense, ressaltando que “mais de 60 pessoas permanecem injustamente detidas ou desaparecidas, incluindo pastores, trabalhadores religiosos, doentes e idosos”.

Organizações independentes de direitos humanos também acompanham o caso. Uma ONG que monitora abusos no país afirmou que ao menos 61 pessoas foram presas recentemente após celebrarem ou demonstrarem apoio, nas redes sociais, à captura de Nicolás Maduro. Segundo a entidade, as detenções ocorreram em pelo menos nove estados da Nicarágua.

A repressão promovida pelo regime de Ortega não é recente. Desde os protestos em massa de 2018, duramente reprimidos pelas forças de segurança, o governo tem intensificado ações contra opositores políticos, líderes religiosos, jornalistas e integrantes da sociedade civil considerados críticos ao poder.

Nos últimos oito anos, mais de 5 mil organizações foram fechadas no país, a maioria delas de caráter religioso ou social. Além disso, milhares de nicaraguenses foram forçados a deixar o território nacional, em meio ao avanço da perseguição política e à deterioração das liberdades civis.

O que chama atenção é que essa reação do Foro de São Paulo confirma, ponto por ponto, aquilo que Olavo de Carvalho denunciou durante décadas, quando ainda era tratado como “alarmista” ou “teórico da conspiração”.

Em seu livro “O Foro de São Paulo: A ascensão do comunismo latino-americano”, Olavo de Carvalho descreve minuciosamente desde o primeiro “Encontro de Partidos e Organizações de Esquerda da América Latina e do Caribe”, em 1990, até a consolidação do Foro como uma rede de articulação ideológica, política e operacional, reunindo dezenas de partidos e até organizações criminosas, como as FARC e o MIR chileno.

Esse livro não é apenas uma análise política: é um arquivo histórico, uma verdadeira herança intelectual deixada por Olavo de Carvalho, essencial para compreender o que está acontecendo agora na América Latina. Você ainda pode ter acesso a esse conteúdo fundamental no link abaixo:

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Não perca essa oportunidade. Em tempos de censura, silêncio e manipulação, preservar a verdade é um ato de resistência.

da Redação
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