

É só dar o microfone e os holofotes para gente despreparada para o sucesso. É o caso do cinema nacional.
Tem tudo para se destacar no cenário mundial, mas aí vem um Wagner Moura e um Kleber Mendonça Filho e estragam tudo. Já não bastava a Fernanda Torres.
Basta abrir a boca, em pleno evento do Globo de Ouro, e a vergonha internacional aflora!
- “De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema direita no Brasil/fascista que é a manifestação física dos ecos da ditadura”. Wagner Moura.
- “Há cerca de 10 anos, o Brasil deu uma guinada muito acentuada para a direita e esse tempo já passou. O ex-presidente está agora na prisão. Ele foi epicamente irresponsável ao não liderar o País”. Kleber Mendonça Filho.
Alexandre Siqueira
Jornalista independente - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
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