Trump manda mensagem ao povo iraniano: “A ajuda está a caminho”

13/01/2026 às 12:41 Ler na área do assinante

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de todos os diálogos com autoridades iranianas e incentivou manifestantes a assumirem o controle das instituições do país. A declaração foi feita nesta terça-feira (13) em meio a uma das maiores ondas de protestos enfrentadas pela República Islâmica desde a Revolução de 1979.

Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump escreveu:

"Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR — TOMEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guarde os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um grande preço. Eu cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que essa matança sem sentido de manifestantes ACABE. AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!! [Make Iran Great Again]".

A posição do presidente americano representa um endurecimento na retórica contra o regime de Teerã. O Qatar emitiu alerta sobre possíveis consequências de um confronto militar entre EUA e Irã para toda a região.

A declaração de Trump contradiz a postura expressa pelo governo iraniano na segunda-feira (12), quando autoridades persas afirmaram manter canais de comunicação abertos com os Estados Unidos. No domingo (11), o republicano havia indicado que seu país poderia se reunir com representantes iranianos e mencionou contatos com grupos de oposição.

A conta oficial do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, compartilhou nas redes sociais uma imagem mostrando Trump como um sarcófago destroçado, com a mensagem: "Ele também será derrubado".

Aproximadamente 2.000 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos atuais, segundo informações fornecidas por um membro do próprio regime. As autoridades iranianas atribuem a violência a grupos que classificam como terroristas.

O Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, manifestou preocupação com o aumento da repressão.

"Esse ciclo de violência não pode continuar. O povo iraniano e suas demandas por justiça, igualdade e equidade precisam ser ouvidos", declarou em comunicado oficial.

Os protestos se intensificaram em diversas cidades iranianas, impulsionados pela deterioração econômica e desvalorização do rial. Comerciantes do Bazar de Teerã e outros importantes mercados do país, que historicamente apoiaram a Revolução Iraniana, agora se opõem ao regime.

Teerã acusa Israel e os Estados Unidos de instigarem os protestos. Organizações de direitos humanos informam que a repressão continua intensa, com milhares de prisões e estimativas de que as mortes já ultrapassam 6.000 pessoas.

O bloqueio da internet imposto pelas autoridades iranianas já dura mais de 108 horas, segundo a ONG Netblocks.

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