
URGENTE: Banco Master e Vorcaro são alvos de nova operação da PF
14/01/2026 às 10:05 Ler na área do assinante
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (14/1), a segunda fase da Operação Compliance Zero, aprofundando as investigações sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Entre os principais alvos novamente está o banqueiro Daniel Vorcaro, que já havia sido preso na primeira etapa da operação, realizada em novembro do ano passado. Além dele, também são alvos o pai, a irmã, o cunhado e um primo ligado à instituição.
Durante a ação, Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, no momento em que se preparava para embarcar em um voo com destino a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A detenção ocorreu no contexto do cumprimento das medidas judiciais autorizadas nesta nova fase da investigação.
A operação também tem como alvo o empresário e investidor Nelson Tanure, figura conhecida no mercado financeiro brasileiro por atuar na aquisição de empresas em dificuldades. Outro nome incluído na ofensiva policial é João Carlos Mansur, fundador da Reag Capital Holding, que já havia sido alvo da PF em outubro de 2025, sob suspeita de envolvimento em um esquema de ocultação patrimonial por meio de fundos de investimento ligados ao setor de combustíveis.
Além das pessoas físicas, a Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em empresas como Sefer Investimentos DTVM, Clínica Mais Médicos S.A., Acura Gestora de Recursos LTDA e WNT Gestora de Recursos LTDA. O avanço da apuração decorre da análise de provas coletadas na primeira fase, que revelou novos indícios de irregularidades e motivou a ampliação das diligências.
Nesta etapa, estão sendo cumpridos 42 mandados de busca e apreensão em endereços associados aos investigados, localizados em São Paulo, especialmente na Avenida Faria Lima, além de imóveis na Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. As ordens judiciais também determinam o bloqueio de bens que somam R$ 5,7 bilhões. As decisões foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "A Máquina Contra o Homem" e "O Fantasma do Alvorada", que falam justamente sobre a censura, estranhos acontecimentos dentro do STF e a perseguição contra Bolsonaro.
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